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TRE deve julgar recurso de Gilberto Garcia na primeira quinzena de julho

Caso de vereadores de Taquarussu e Nova Andradina também voltam à pauta
Da Redação / Imagens: PMNA/Arquivo/Divulgação
27/06/2017 12h30
Prefeito Gilberto Garcia / Imagens: PMNA/Arquivo/Divulgação

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) deve julgar na primeira quinzena de julho o recurso apresentado pela defesa do prefeito de Nova Andradina, Gilberto Garcia (PR), contra a decisão, em primeira instância, que condenou o republicano e o seu vice, Nenão (PMDB), a perderem os respectivos mandatos, além do pagamento de multa e inelegibilidade pelos próximos oito anos. 

 

O julgamento dos desembargadores é a próxima etapa do processo após o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral, divulgada recentemente.

 

Neste documento, o órgão se manifestou favorável à defesa do chefe do Executivo, ou seja, pela permanência de ambos no cargo de prefeito e vice. Agora, cabe ao TRE decidir se mantém a condenação ou segue o parecer. 

 

Todos os documentos referentes ao julgamento estão nas mãos da relatoria do caso e devem seguir, posteriormente, ao cartório, quando a data do julgamento em plenário será oficializada. 

 

Tantos os advogados de defesa de Gilberto Garcia, quanto da coligação “Nova Andradina em Primeiro Lugar”, autora da ação, estarão em Campo Grande para acompanhar o desfecho do processo. Gilberto Garcia disse ao Jornal da Nova que também acompanhará de perto.

 

Sandro Félix e João Dan em pauta 

Para a mesma época está previsto o julgamento do caso envolvendo o vereador Sandro Felix (PMDB), de Taquarussu. Ele também foi condenado em primeira instância, mas recorreu ao TRE. Diferente do caso de Gilberto Garcia, a Procuradoria se manifestou favorável à perda do mandato do parlamentar. 

 

E apesar de ter sido inocentado pelo Tribunal Regional Eleitoral, o vereador João Dan (PSDB) deve voltar a enfrentar mais uma batalha judicial. Isso por que a Procuradoria Eleitoral, que se manifestou favorável à cassação, recorrerá da sentença do TRE, que reformou a condenação do tucano, em primeira instância, até o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 






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