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Esposa de líder do PCC fazia contabilidade da facção na Capital, diz comandante

Além de Tânia, traficante e agente penitenciário foram presos em ação
Da Redação / Imagens: Valdenir Rezende/Correio do Estado
12/06/2018 13h40
Comandante da PM deu entrevista coletiva sobre a operação desta manhã / Imagens: Valdenir Rezende/Correio do Estado

A esposa do “Tio Arantes”, Tânia Cristina Lima de Moura de 46 anos, fazia a contabilidade do PCC (Primeiro Comando da Capital) em Campo Grande. Polícia Militar apreendeu comprovantes de movimentação bancária em sua casa durante o cumprimento do mandado de prisão pela Operação Paiol, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), na manhã desta terça-feira (12).

 

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Na Capital, o Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e Choque (Batalhão de Choque da Polícia Militar) cumpriram sete mandados, sendo três de prisão e quatro de busca e apreensão. Além de Tânia, o agente penitenciário Adilson Brum Weis também foi preso sob suspeita de repassar informações e dar privilégios à integrantes da organização criminosa dentro dos presídios. Com ele, a polícia encontrou também munições de calibre restrito, acarretando na prisão em flagrante.

 

O terceiro preso foi Elvis Alves Ferreira de 25 anos. Ele era operador do tráfico de drogas da facção. Em sua casa, os policiais encontraram droga e além do mandado de prisão da operação, também foi preso em flagrante por tráfico.

 

No fim da manhã, o comandante da PM, coronel Waldir Acosta, concedeu entrevista coletiva à imprensa sobre a operação. Segundo ele, a PM agiu em Campo Grande enquanto o Gaeco atuou no interior do Estado. Mandados foram cumpridos também em Corumbá, Nova Andradina e Águas Lindas de Goiás.

 

Foram apreendidos documentos, munições, armas de fogo, celulares e droga com os três presos da Capital. Todo material será repassado ao MPE (Ministério Público Estadual) que fará perícia para novos desdobramentos da operação.






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