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Nova Andradina foi alvo de operação da Polícia Civil do Estado de São Paulo

O suspeito já se encontrava preso quando a polícia foi em sua residência
Da Redação / Imagens: Jornal da Nova
14/06/2018 15h14
Ação aconteceu na manhã desta quinta-feira (14) / Imagens: Jornal da Nova

Na manhã desta quinta-feira (14), policiais civis de Guararapes (SP), cumpriram, mandado de busca e apreensão na residência de Bruno Fabrício da Silva de 23 anos, conhecido como “Lapidado”, em Nova Andradina. Além da “Cidade Sorriso”, Coronel Sapucaia, Dourados e Campo Grande, também foram alvos da Operação Echelon, contra uma célula da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

 

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Mato Grosso do Sul é um dos 14 estados onde a Polícia Civil de São Paulo, cumpre 75 mandados de prisão e 59 de busca e apreensão.

 

No MS são 13 equipes da Delegacia Especializada de Entorpecentes de Presidente Prudente (SP) atuando para o cumprimento de seis mandados de prisão e oito de busca e apreensão, além de um flagrante.

 

Em Nova Andradina, na residência do suspeito, que está preso suspeito de roubo e homicídio, foram localizados chips de aparelhos celulares, que serão investigados. Uma equipe da SIG (Seção de Investigações Gerais) da Delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina, deu apoio a ação.

 

Investigação

O grupo investigado é responsável por acirrar disputa entre facções no país, elevando o número de assassinatos.

 

A célula do PCC investigada pela operação nomeada de Echelon, resultado de uma parceria da polícia com o Ministério Público e a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo, atua em outros estados e países vizinhos.

 

As investigações começaram a partir de trechos de manuscritos encontrados nos esgotos do Presídio de Segurança Máxima de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, por agentes penitenciários. A Polícia Civil identificou sete líderes e confirmou a existência da célula "sintonia de outros estados e países".

 

Os criminosos teriam assumido as funções da "sintonia" quando os líderes da organização criminosa ficaram isolados no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), em 2016, em decorrência da operação Ethos, que revelou esquema envolvendo advogados da facção.

 

"A deflagração da operação também tem por finalidade investigar o envolvimento em outros homicídios e desaparecimentos de pessoas em todo o país, a partir de um domínio único dos líderes da organização que engendraram o esquema criminoso. Durante as investigações, foram apreendidas mais de uma tonelada de drogas e preso, no aeroporto de Guarulhos, quando retornava da Bahia, em maio, um dos líderes dessa célula criminosa que autorizava mortes quase que diariamente", diz a polícia.






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