Porteiro deu a dica de arrastão e se deu mal

Diário de SP


O porteiro Luismar Rodrigues Vieira de 34 anos, não resistiu à tentação. Entre uma partida e outra no futebol de várzea na Vila Liviero, Zona Sul de São Paulo, recebeu a proposta de uma quadrilha: ganhar R$ 6 mil para permitir a entrada do bando no condomínio onde ele trabalha, em São Bernardo do Campo, na região do ABC. Ele aceitou. E se deu mal. A polícia monitorava as ações criminosas e prendeu quatro dos dez assaltantes. E o porteiro foi descoberto.


O grupo era investigado havia 20 dias por policiais da 1 Delegacia de Roubos, do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais). Na noite de terça-feira, os policiais que monitoravam membros da quadrilha perceberam que eles se reuniriam para atacar um condomínio de luxo na Rua Olinto Demarchi, no bairro Taboão.

Seis equipes policiais fizeram o cerco e viram os criminosos escapando em um Toyota Corolla preto (roubado), um Fiat Punto, um Volkswagen Gol e em uma moto Honda CB 300 preta. Houve troca de tiros. A polícia vai apurar se o grupo está envolvido em algum dos três arrastões da capital não esclarecidos. No ano, foram 19 casos.

Funcionário de prédio ajudou ladrões a fugir
Cristiano de Sá Moreira, de 25 anos, e Eliton Antônio dos Santos, de 35, que estavam no Toyota Corolla, foram feridos em tiroteio com a polícia e socorridos. Alessandro Costa Maciel, de 34, e Jeferson Ferreira da Silva, de 21, foram presos quando a polícia interceptou o Fiat Punto. Em seguida, as equipes policiais encontraram o Gol e a moto na frente da casa de Eliton, na Vila Liviero. A polícia desconfiou do porteiro por causa da facilidade que os criminosos tiveram para fugir do prédio.
 

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