Mudo e surdo entrega comparsa de furto em Taquarussu

Da Redação


Uma residência localizada na rua Maria de Lourdes Lima Costa, na Cohab, em Taquarussu, foi arrombada e furtada na última terça-feira (28) e o proprietário registrou a ocorrência na Delegacia de Polícia.

O dono da residência, disse que os indivíduos furtaram dinheiro, roupas, mantimentos e produtos de higiene e ainda deixaram um chaveiro com lanterna do “Corinthians” no local.

Com as informações, o investigador de polícia de Taquarussu iniciou diligências pela cidade e abordou Cícero Lorival da Costa de 37 anos, vulgo “Boião”, nas proximidades da prefeitura municipal, o qual é surdo e mudo, mas mora próximo do local dos fatos.

Para dialogar com o rapaz, o investigador exibiu o chaveiro e através de gestos, o Boião indicou de quem era o chaveiro, Boião acompanhou a diligência mostrando o local exato do dono do chaveiro, identificado pela polícia como José Ribeiro da Silva Neto de 19 anos, conhecido como “Zé Ribeiro”, morador da rua Jesus Ferreira Neves.

Para a polícia, Zé Ribeiro teria assumido espontaneamente a autoria do delito, porém apontou Cicero Lourival coparticipante do furto e que com ele havia ficado apenas a quantia de R$ 200 reais, que o mesmo utilizou para quitar dívidas em uma boca de fumo e também para adquirir pedras de crack, Zé Ribeiro ainda teria informado que parte dos objetos oriundos do furto estava na residência do “Boião”.

Na residência de Boião, na mesma rua da residência furtada, o investigador encontrou os objetos furtados, a quantia de R$ 60 reais, os quais foram apreendidos e, em minuciosa revista no interior da residência, o agente ainda apreendeu duas paradinhas de crack e um cachimbo confeccionado artesanalmente em material PVC, utilizado para fumar o entorpecente.

Diante da situação, o agente deu voz de prisão aos indivíduos onde foram encaminhados a Delegacia de Polícia, a autoridade policial os autuaram em flagrante, os autores foram recambiados à cadeia pública de Batayporã e permanecem presos a disposição da Justiça.

No dia 17 de janeiro de 2013, Cícero havia sido preso acusado de furto em residência, um ano depois voltou a cometer o mesmo crime, naquela ocasião, até um gato animal, foi furtado.

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