Empresa é investigada por suposta ''pirâmide financeira'' na Capital

Da Redação


A empresa Blackdever Serviços Premium é investigada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul pela possível prática de pirâmide financeira.

O promotor de Justiça do Consumidor Antônio André David Medeiros, da 25ª promotoria de Campo Grande, instaurou inquérito civil contra a empresa. O procedimento foi divulgado ontem (31) no Diário Oficial do órgão.

Com sede em Uberlândia (MG), a Blackdever se apresenta na Internet como do ramo do “e-comerce, marketing multinível e financeiro”, com promessas de repassar até 69,2% do seu faturamento para quem aderir ao seu modelo de negócios.

Os ganhos seriam obtidos através da venda de cartões de crédito da empresa, cujo carro chefe é o “GiltPlus Card Mastercard”. No plano mais caro, que custa R$ 9.950, o aderente recebe 150 cartões, que devem ser revendidos.

Os lucros viriam com a promoção de campanhas publicitárias, com ganhos de até R$ 3 mil por mês. No entanto, no site da Blackdever não fica claro como as vendas e o marketing são convertidos em ganhos.

Pirâmide
Na “pirâmide financeira” os participantes são remunerados pela indicação de outras pessoas para compor o sistema, sem levar em consideração a real venda de produtos.

O "Campo Grande News" entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ministério Público para saber se houve denúncia formal de consumidores da Capital que tenha motivado a abertura do inquérito, mas, até o fechamento desta reportagem não obteve retorno.

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