Grupo de ''Trekking'' se aventura no Frutal em caminhada de mais de 17 quilômetros

Aproximadamente 30 pessoas participaram da atividade na manhã deste domingo (28)

Da Redação


Depois da ‘’febre’’ do mountain bike, uma nova modalidade começa a despontar entre os esportes radicais praticados na região do Vale do Ivinhema, o ‘’Trekking’’. Na manhã deste domingo (28), um grupo de aproximadamente 30 pessoas participou da primeira atividade do gênero em Nova Andradina, na região do Bairro Frutal.

A modalidade está em expansão no Brasil, mas possui subdivisões, como o ‘’hiking’’. Ambos são esportes caracterizados pela caminhada, ou seja, os dois se referem basicamente ao ato de caminhar, e nesse ponto não há diferença entre eles. Mas as palavras “hiking” e “trekking” carregam sentidos distintos.

O hiking consiste em uma caminhada de curta duração, de poucas horas e que não seja necessário acampamento ou alojamento. Geralmente o hiking é praticado em ambientes naturais e com trilhas auto-guiadas. Enfim, o hiking é uma caminhada de 1 só dia, é um bate-volta na trilha.

O trekking implica em dormir “fora”, em abrigos, barracas, sacos de dormir, tendas e etc. Mas o trekking geralmente é mais que isso, ele está fortemente relacionado ao desafio e a conquista. Podemos dizer que o trekking tem um objetivo e uma recompensa em seu final – é uma expedição com metas.

Contudo, no Brasil, independente da modalidade, o esporte ficou popularmente conhecido como trekking, destacou o professor universitário Fernandes Ferreira de Souza, que pratica a atividade há aproximadamente dois anos. Morador de Campo Grande e nova-andradinense ‘’de coração’’, ele foi um dos organizadores da caminhada no Bairro Frutal. 

A programação contou ainda com o apoio dos amigos Fábio Zanata e Marcos Marcussi, além das campo-grandenses Bárbara e Ana Paula, já experientes em hiking e trekking, enquanto os outros membros participavam pela primeira vez de uma trilha. O percurso somou mais de 17 quilômetros entre estradas, rios e matas. 

“Sempre fui simpático à ideia, mas nunca coloquei em prática, até que o Fernandes nos convidou. Foi desafiador, uma experiência única de superação. É um esporte que pode ser praticado por pessoas de todas as idades e pudemos ver isso na prática em nosso grupo”, destacou Marcos Santi, que participou da atividade pela primeira vez ao lado da esposa Ana Carla.

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