Nova Andradina continua criando empregos formais, diz Caged

Nova Andradina continua criando empregos formais, resultado para o mês de agosto é o melhor desde 2011, diz Caged

José Antônio de Andrade


Conforme dados do divulgados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho nesta quinta-feira (11), o município de Nova Andradina criou 9 postos de trabalho no mês passado. O resultado é superior ao registrado em julho deste ano, quando foram criados 5 postos. Comparando com os dados de agosto de 2013, o resultado é ainda melhor, já que naquele período, o saldo negativo foi de 687 postos. O resultado é o melhor para o mês de agosto desde 2011, quando houve saldo positivo de 23 postos.

Em números absolutos, os dados de agosto agora, apontam que houve 449 admissões contra 440 demissões. O destaque positivo foi para o setor que emprega os profissionais de vendas no comércio varejista, com 27 postos criados. O destaque negativo foi para o setor que emprega os profissionais que trabalham na cultura de cana-de-açúcar, com 49 demissões no período.


Mato Grosso do Sul
Segundo os dados do Caged, em agosto de 2014 foram gerados 1.318 empregos celetistas em Mato Grosso do Sul, equivalentes a ao crescimento de 0,26% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Os setores de atividade econômica que mais contribuíram para este resultado foram os Serviços (+914 postos) e a Construção Civil (+761 postos).

Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos primeiros oito meses do corrente ano, houve acréscimo de 12.016 postos (+2,36%). Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses, verificou-se uma expansão de +1,21% no nível de emprego ou +6.218 postos de trabalho no estado.

No Brasil
A geração de empregos no Brasil teve em agosto o melhor desempenho dos últimos três meses. Os dados do Caged, foram divulgados nesta quinta-feira (11) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias e apontam para a abertura de 101.425 novas vagas.

Foram 1.748.818 admissões contra 1.647.393 demissões. No ano o País soma 751.456 novos empregos e se firma como um dos poucos países do mundo a continuar ofertando trabalho, mesmo em meio a uma das piores crises internacionais da história.

O destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil postos de trabalho no período. O setor de comércio, responsável por 40,6 mil empregos com carteira assinada no mês, ficou em segundo lugar. Em julho, haviam sido criados 11.796 postos com carteira assinada, sem ajustes.

Mercado aquecido
A retomada dos lançamentos de novos empreendimentos imobiliários, segundo o ministro, também está aquecendo o emprego na construção civil. Esse mês o aumento nas vagas foi de 2,39 mil, com destaque para as áreas de preparação dos empreendimentos, o que indica que o setor deve continuar demandando mão de obra nos próximos meses, para o início das construções. O setor também está reagindo às medidas de estímulo ao crédito, que visam manter esse mercado aquecido.

Emprego é uma das principais armas da campanha da presidente Dilma, que vem alertando sobre o risco de redução na criação de vagas com a proposta de autonomia do Banco Central defendida por Marina Silva do PSB. Segundo a petista, uma presença menor dos bancos públicos, implicaria em redução geral de créditos, o que ocasionaria uma redução de empregos em massa, no campo e nas cidades.

Cobertura do Jornal da Nova

Quer ficar por dentro das principais notícias de Nova Andradina, região do Brasil e do mundo? Siga o Jornal da Nova nas redes sociais. Estamos no Twitter, no Facebook, no Instagram, Threads e no YouTube. Acompanhe!