Tornozeleira eletrônica já é realidade em Nova Andradina

A tecnologia é importante alternativa para diminuir os custos do sistema penitenciário

Da Redação


Enfim, a tornozeleira eletrônica chega a Nova Andradina e já é uma realidade para os presos do regime semiaberto.

Conforme apurado pelo Jornal da Nova, os detentos já estão sendo monitorados eletronicamente, com todos os seus trajetos traçados.

Até então, detentos em regime semiaberto permaneciam livres, mas, agora, já saem do presídio com o dispositivo no tornozelo.

A implantação veio depois de muito debate e, de acordo com a Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o próprio condenado é quem pagará pelas despesas com a tornozeleira.

A tecnologia é importante alternativa para diminuir os custos do sistema penitenciário. Um preso custa cerca de R$ 2 mil por mês em um presídio, e a tornozeleira, cerca de R$ 300.

“Em tempos de grave crise financeira nos Estados, todo uso de recurso público deve ser racional e relevante”, afirmou a Senadora Simone Tebet, relatora do projeto.

O monitoramento pode ser aplicada aos condenados do semiaberto, durante as saídas temporárias, aos que cumprem prisão domiciliar, bem como aos presos provisórios.

Além disso, o equipamento permite o retorno do condenado ao convívio social, evitando o risco de fugas.

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