Vídeo: Luísa Brunet grava vídeo em apoio a Semana de Combate ao Feminicídio de Nova Andradina

Madrinha das ações de enfrentamento à violência contra a mulher no município, a atriz e ativista social deixou sua mensagem à população: Combater o feminicídio tem a ver com todos nós. Não se cale!
Cogecom / Imagens: PMNA/Divulgação
11/06/2021 12h00
Luísa Brunet / Imagens: PMNA/Divulgação

A convite da secretária de políticas públicas da mulher, Julliana Ortega, a madrinha das ações de enfrentamento a violência contra a mulher em Nova Andradina e liderança feminina nacionalmente reconhecida, Luísa Brunet, gravou um vídeo em apoio a Semana de Combate ao Feminicídio que está sendo desenvolvida no município e em todo estado de Mato Grosso do Sul.

 

Liderança feminina internacionalmente reconhecida, Luísa Brunet, cita a lei nº 5.202, de 30 de maio de 2018, que instituiu no calendário oficial de MS, o dia 1º de junho como o Dia Estadual de Combate ao Feminicídio, e informa que durante toda essa semana (de 7 a 11 de junho) serão realizadas campanhas, ações educativas no comércio local, lives e vídeos informativos para circulação nas redes sociais, com o intuito de orientar a população a denunciar a violência contra as mulheres.

 

Ao final do vídeo, a ativista pela defesa dos direitos das mulheres conclama: Combater o feminicídio tem a ver com todos nós. Não se cale! Denuncie! Ligue 180.

A meta da campanha é que a divulgação se multiplique e que as pessoas abracem a causa, levando informação a todos os cantos, desconstruindo assim a cultura machista e patriarcal existente na sociedade.

 

Dia 1º de junho, Dia Estadual de Combate ao Feminicídio

A data rememora a morte da jovem Isis Caroline, ocorrida por estrangulamento no dia 1º de junho de 2015 e registrada como primeiro feminicídio do Estado. Isis tinha 21 anos e havia se mudado do interior para Campo Grande para fugir do ex-companheiro, que inclusive tinha sido denunciado e preso por violência doméstica pelos crimes de estupro e cárcere privado no ano de 2014. O assassino foi preso e condenado a 26 anos de prisão em regime fechado. A vítima deixou duas filhas pequenas, que estão sendo criadas pela avó materna.



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