Na tarde desta sexta-feira (19), por meio da plataforma de comentários do Jornal da Nova, Claudineis da Silva Flor de 32 anos, vulgo Chumbinho, natural de Ivinhema e morador de Nova Andradina, disse que não pertence a nenhuma facção criminosa e muito menos é do PCC (Primeiro Comando da Capital).
O que Chumbinho comenta, é que após investigações desenvolvidas pela SIG (Seção de Investigações Gerais) da 1ª Delegacia de Polícia de Nova Andradina, através do auto de investigação preliminar, foram identificados diversos integrantes da organização criminosa denominada PCC (Primeiro Comando da Capital) e simpatizantes, com atuação no Estado de Mato Grosso do Sul, em especial na cidade de Nova Andradina, atividades estas voltadas principalmente para o tráfico de drogas e crime contra o patrimônio, a operação foi no último dia (4), onde levou várias pessoas a prisão.
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Nesta operação, Chumbinho é apontado pela polícia como chefe do tráfico de drogas entre outros crimes em Nova Andradina, onde agia nos bairros Argemiro Ortega, Morada do Sol e Bela Vista, como também em outros pontos da cidade.
“Tudo que os outros fazem, a polícia me culpa, se tenho algo para responder na Justiça, vou pagar, mas não pagarei pelos erros dos outros, não sou do PCC, não sou de organização criminosa e muito menos simpatizante, trabalho e levo sustento para minha família, tenho quatro filhos para criar, o que mais tenho, é só fama, não sou tudo aquilo que falam”, diz Claudineis ressaltando que gostaria de falar com o Dr. José Henrique Kaster Franco, Juiz da Vara Criminal de Nova Andradina. “Quero pagar pela minha pena que devo para a Justiça e não pagar pelos erros dos outros”, disse.
Ainda segundo Chumbinho, logo ele se apresentará para a Justiça. “O que eu quero, é que a Justiça entenda o que for ‘meu’, eu vou pagar”, diz.
Ele também disse ao Jornal da Nova que sua mulher, Indrig Camila da Silva de Souza de 23 anos, trabalha com vendas de roupas há mais de três anos, e que as notas com a comprovação estão com a polícia. Seus irmãos, Valdemir Rosendo da Silva Flor de 38 anos, vulgo Vavá e José Ricardo Flor de 27 anos, vulgo Ricardinho, ele também disse que são inocentes e não têm envolvimento com o crime. “São trabalhadores”, pontua Chumbinho.
Chumbinho está com um mandado de prisão preventiva que foi pedido pelo Delgado do SIG, Dr. Luiz Quirino e deferido pelo Poder Judiciário.
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