Tempo de despertar!

*Wilson Aquino
20/01/2022 13h00

Falta pouco mais de um mês para que a pandemia complete dois anos no Brasil. Foi no dia 26 de fevereiro de 2020 que surgiu, em São Paulo, a primeira vítima do vírus Covid-19, por intermédio de um homem de 61 anos, que havia retornado da Itália. De lá para cá, como todos testemunhamos e sofremos, foi o caos. Tivemos perdas de mais de meio milhão de vidas e danos violentos à economia, que atingiram pilares de sustentação de lares e empresas. Muitos ruíram, quebrando comércio, indústrias e atingindo famílias, tanto no lado econômico como social.

 

E quando parecia que tudo ia bem, com queda significativa de casos de contaminação e mortes por conta desse vírus; na reta final do tumultuado ano de 2021; quando as pessoas vinham relaxando nos cuidados preventivos e se programando, junto com autoridades dos Estados e municípios, o Carnaval 2022, eis que os números de casos voltaram a subir em regiões do Brasil e do mundo.

 

Como se não bastasse, veio também uma nova e ameaçadora variante do vírus. E para completar o dramático quadro de saúde pública, chegou também uma grande onda de gripe, inclusive do Influenza. Agravando ainda mais a saúde da população, levando pessoas a óbito.

 

Mas, afinal, por que tanto sofrimento?

 

Por que tantos casos de doenças e do aumento das crises econômicas, sociais e de saúde pública em todo o mundo por tanto tempo?

 

Essas e outras perguntas do gênero deveriam ser feitas por cada indivíduo em suas orações a Deus, Senhor de todas as coisas, Criador do Céu e da Terra, e de todas as criaturas que neles habitam.

 

Depois de tanto sofrimento, infelizmente, o homem ainda não se voltou a Ele, ao Criador, para buscar consolo e compreensão sobre as dificuldades da vida. Parece preferir seguir em frente com suas próprias forças, sem se conscientizar de que é preciso que cada um, que cada família, se volte com os olhos aos céus em fé e humildade, na busca do Senhor em oração, para que Ele promova a cura e que todos voltem logo à normalidade.

 

Até quando o homem vai ter que apanhar e sofrer até aprender que tudo na vida faz parte do Plano de Deus para que possamos encontrar o caminho que nos levará de volta ao nosso verdadeiro lar, que é nos céus, no mundo espiritual, ao lado Dele e de Seu filho, Jesus Cristo, que viveu entre nós para nos mostrar esse caminho em vida?

 

Cristo, que serviu também de exemplo de amor ao próximo, de humildade, honestidade e fraternidade, está aí para que recorramos a Ele, sempre, inclusive quando precisamos tanto de ajuda como agora.

 

No fundo, todos sabemos disso. De como devemos proceder diante de ameaças tão grandes e constantes como as que estamos enfrentando há quase dois anos: dobrando os joelhos em oração e levando uma vida digna, sempre alicerçados nos ensinamentos e mandamentos do Senhor.

 

A verdade está aí, à disposição de absolutamente todos: Deus é a solução para que a paz, com saúde e harmonia entre as pessoas, reinem em todos os lares e nações.

 

Lamentável entretanto é que em vez de buscarem-No, pessoas e famílias se afastam cada vez mais Dele. Como se isso não bastasse, autoridades em algumas nações proíbem as igrejas de professar a Sua Palavra ao povo.

 

Na maioria desses países, é o próprio povo quem elege essas lideranças governamentais e políticas que agem assim, influenciadas pelo diabo para criar leis e condições para intimidar e destruir o mais tradicional, antigo e importante pilar da sociedade: a família.

 

E o resultado de tudo isso não poderia ser diferente do que, lamentavelmente estamos experimentando há quase dois anos: muito sofrimento para todos, em todos os sentidos.

 

Então, só nos resta perguntar:

Até quando o homem vai permanecer assim, duro de coração, sem dobrar os joelhos em oração ao Senhor?

 

Até quando teremos que enfrentar vírus e outros males até que nos despertemos para as verdadeiras causas dessas moléstias?

 

Até quando nos afastaremos do Senhor e das igrejas, permitindo que governos com seus projetos e decretos abalem sua fé?

 

Até quando nos privaremos e impediremos também nossos filhos e filhas de conhecerem e louvarem o Senhor?

 

Até quando?

 

*Jornalista e Professor

Este texto, não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal da Nova



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