Em um discurso em rede nacional, o presidente da França, François Hollande, confirmou que quatro reféns morreram durante o sequestro realizado em um mercado judaico no leste de Paris nesta sexta-feira (9).
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Ao todo, 20 pessoas foram sequestradas no local.
Hollande pediu união nacional e disse que o país deve continuar a ser "implacável" diante do racismo e do antissemitismo.
"Na verdade, foi cometido um ato antissemita terrível", disse ele sobre a tomada de reféns por um atirador islâmico no supermercado Hiper Cacher, no distrito de Vincennes.
Um homem e uma mulher são suspeitos do crime. Amedy Coulibaly de 32 anos, foi morto no local pela polícia. Ele é suspeito de ter ligação com o mesmo grupo militante islâmico dos dois irmãos responsáveis pelo ataque ao jornal Charlie Hedbo.
Acredita-se que ele estava agindo com uma mulher identificada como Hayat Boumeddiene de 26 anos. Hayat conseguiu fugir do local e ainda é procurada pela polícia.
A televisão francesa mostrou imagens de várias pessoas saindo correndo do supermercado após um tiroteio inicial e quatro reféns foram mortos no local.
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