Licenciada desde o início de 2009, a vereadora Maria Eugenia Bruno Andreassi retornou à Câmara na manhã desta quinta-feira (12). A posse da vereadora aconteceu no gabinete do presidente da Casa, Adriano Palopoli e com a presença dos vereadores Glauco José Lourenço e José dos Santos Correia (Zé Bugre).
Maria Eugênia retoma os trabalhos legislativos, após a saída oficial de seu suplente, o vereador Marcio Pereira Costa. Ambos ocuparam cargos de confiança na gestão do ex-prefeito Roberto Hashioka. Marcio Costa na Secretaria de Desenvolvimento Integrado e Maria Eugênia, na Secretaria de Cidadania e Assistência Social. Servidora Pública Municipal concursada, Maria Eugênia também volta ao cargo de origem no município, como Assistente Social. Sua formação na área se deu há mais de 20 anos, conforme ela mesma diz nas solenidades que prestigia. Somente no cargo de Secretária de Cidadania e Assistência Social são quase 12 anos.
A volta de Maria Eugênia já vinha sendo articulada há algum tempo. O próprio vereador Marcio Costa já havia deixado o gabinete no fim do mês de março, mas como Maria Eugênia ainda não tinha sido exonerada da Secretaria, permaneceu por cerca de 10 dias a mais na Câmara.
Na Câmara, Marcio Costa obteve um mandato considerado bom, entre os projetos de destaque está o de Assédio Moral em órgãos públicos e a Lei Antifumo.
Em relação à Maria Eugênia, ela foi eleita com 722 votos, tendo como tema de campanha “justiça social”.
Durante a posse, Maria Eugênia agradeceu a Câmara pela receptividade e afirmou que pretende desempenhar seu trabalho direcionado à política de assistência social. “Minha atuação será focada na população carente, nas pessoas que necessitam de atenção”, declarou.
Já Adriano Palopoli ressaltou que a retomada da vereadora quebra a hegemonia da Casa, que até então era composta só por homens. “A experiência de Maria Eugenia que hoje reassume como vereadora vai contribuir no direcionamento da Câmara de Nova Andradina, para que o Legislativo atue de forma harmônica na busca pelo desenvolvimento de nosso município”, disse.
A Justiça Eleitoral determina prazo de desincompatibilização para quem ocupa cargo de confiança em chefia no setor público e que pretenda concorrer a cargo eletivo dentro de um determinado ano. No caso dos secretários de governo e diretores de autarquias esse prazo era até o dia 7 de abril.
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