Senador Antonio Russo participa de visita ao Navio Hospitalar da Marinha em Corumbá

Assessoria


O senador Antônio Russo, juntamente com integrantes da bancada federal, participa nesta quinta e sexta-feira (04 e 05), em Corumbá, da visita oficial Navio de assistência hospitalar “Tenente Maximiano”. Ele conhecerá os trabalhos realizados pela marinha no campo de assistência à saúde das populações ribeirinhas da região pantaneira.

Para o senador, “esta será uma oportunidade interessante para conhecer a vida da comunidade e suas carências e como as forças armadas atuam para atender aqueles que vivem afastados dos grandes centros urbanos”.

O atendimento hospitalar da Marinha do Brasil às populações ribeirinhas remonta aos primórdios da atuação desta força nos rios da Amazônia e do Pantanal, através dos seus navios patrulhas, que além da atividade de fiscalização e segurança da navegação nos lagos e vias interiores atendia também, sempre que necessário as demandas na área da saúde.

O projeto específico de navios hospitais começou na final do século passado, mais precisamente em 1984 com a incorporação de dois navios totalmente voltados para a atividade de atendimento médico.

A Marinha do Brasil presta assistência hospitalar em todos os estados da Região Norte, em Tocantins, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, e em alguns outros Estados da Federação não necessariamente em navios hospitais, como em Goiás e Paraná.

Em Corumbá, todos os navios patrulhas da Marinha, desde o fim da guerra do Paraguai, prestam assistência hospitalar.

Os profissionais a bordo de cada embarcação variam entre 20 e 40 militares, neste caso em sua grande maioria médicos, dentistas, farmacêutico e enfermeiros. O número de atendimento diário também varia de acordo com a comunidade atendida.

Os Navios da Marinha só deixam a cidade após o último paciente ser atendido, o que pode levar até mesmo mais de um dia de pronto atendimento. Os atendimentos vão da simples extração de um dente até pequenas cirurgias, tratamento ambulatorial, consultas e exames. Os grandes procedimentos médicos, quando não podem ser realizados nas instalações do navio, a Marinha providencia a evacuação urgente do paciente pra o hospital mais próximo sempre acompanhado de um profissional médico da Força. 

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