Polícia encerra buscas sem encontrar ossada em sítio que pertencia ao goleiro Bruno

Redação


Foram encerradas às 17h desta terça-feira as buscas pelos restos mortais da modelo Eliza Samudio no sítio que pertencia ao goleiro Bruno Fernandes, em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A procura começou após a polícia receber uma denúncia anônima dizendo que o corpo da modelo havia sido enterrada entre duas palmeiras do terreno. “Viemos averiguar a denuncia de que a ossada poderia estar enterrada entre as duas palmeiras, mas nada foi encontrado”, afirma o delegado chefe da 2ª Região de Ribeirão das Neves, Hamilton Figueiredo.

O delegado afirmou ainda que as escavações foram suficientes e não haverá mais buscas no local. Por outro lado, o delegado Alex Araújo, de Esmeraldas, que também esteve no sítio, foi mais cauteloso e disse que iria consultar a chefia em Belo Horizonte para verificar se há ou não necessidade de que os trabalhos sejam retomados. Caso necessário ele vai averiguar a possibilidade de pedir junto a justiça um mandado de busca e apreensão para facilitar a entrada das equipes da policia no imóvel.

A mobilização da polícia, Corpo de Bombeiros e peritos começou na noite de segunda-feira após o recebimento de uma denúncia anônima indicando que os restos mortais de Eliza Samudio estariam enterrados entre duas palmeiras no sítio. A polícia seguiu para o local ainda na madrugada desta terça-feira, porém, não pode entrar na propriedade sem o mandado judicial.

Somente às 14h30 desta terça-feira bombeiros chegaram ao sítio com enxadas, pás e picaretas e começaram a escavar o terreno. Uma retroescavadeira também foi enviada ao local, mas não foi utilizada. O operador da máquina, Edir Justino da Silva, deixou o sitio dizendo que o dono da propriedade não autorizou o serviço com o equipamento porque havia risco de estragar as laranjeiras do pomar. Um buraco de aproximadamente 10 metros de largura foi feito entre duas palmeiras, como indicado pela denúncia anônima. Mas, nada foi encontrado.

O chefe da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Wagner Pinto, já havia informado na tarde desta terça-feira que achava improvável que o corpo estivesse no terreno. Segundo ele, as investigações do caso apontam que a morte teria acontecido em Vespasiano e, dificilmente, o corpo seria transportado até Esmeraldas, onde está o sítio que, à época, pertencia ao atleta.

As informações são do EM

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