Arquivos do FBI sobre Marilyn Monroe que não puderam ser encontrados no início do ano foram descobertos e reedidatos, revelando nomes de alguns conhecidos comunistas da estrela que despertaram preocupação de funcionários do governo e de sua própria equipe.
Mas os arquivos, que anteriormente haviam sido pesadamente redigidos, não contém novas informações sobre a morte de Monroe há 50 anos. Cartas e novos recortes incluídos no arquivo mostram que o escritório estava ciente das teorias de que a atriz teria sido assassinada, mas não mostra que tenham se emprenhado em investigar essas alegações. As autoridades de Los Angeles concluíram que a morte de Monroe foi provavelmente suicídio.
Obtidos pela agência Associated Press por meio do Ato de Liberdade de Informação, os arquivos atualizados do FBI mostram a extensão do monitoramento da agência sobre Monroe em busca de ligações com comunistas nos anos que antecederam sua morte em 1962.
Os registros revelam que algumas pessoas de seu círculo mais íntimo estavam preocupados com sua associação com Frederick Vanderbilt Field, que havia sido deserdado por sua família por causa de suas visões esquerdistas.
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