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São Paulo prova ser ''clube da fé'', faz 2 a 0 no Atlético-MG e renasce
Da Redação
A tal quarta-feira anunciada nos últimos dias pela torcida tricolor chegou. E a cobrança deu lugar a outro grito, o de que "o campeão voltou". O São Paulo comprovou o apelido de “clube da fé” e conseguiu o que talvez só seus milhões de fieis - representados presencialmente no Morumbi por cerca de 50 mil - acreditavam. Com gol de Rogério Ceni (de pênalti) e outro de Ademilson, venceu o Atlético-MG por 2 a 0 e renasceu, classificando-se às oitavas de final da Libertadores, graças também à derrota do The Strongest. As informações são da Gazeta Esportiva.
O resultado deu ao time seu sétimo ponto e a segunda vaga do grupo 3. A vantagem sobre os argentinos ficou por conta do saldo de gols. Na próxima fase da competição continental, o adversário será o próprio Atlético, o qual antecipadamente já havia garantido a melhor campanha geral da primeira fase. As partidas ainda não têm data confirmada pela Conmebol, entretanto é certo que a segunda será em Belo Horizonte.

A tal quarta-feira anunciada nos últimos dias pela torcida tricolor chegou. E a cobrança deu lugar a outro grito, o de que "o campeão voltou". O São Paulo comprovou o apelido de “clube da fé” e conseguiu o que talvez só seus milhões de fieis - representados presencialmente no Morumbi por cerca de 50 mil - acreditavam. Com gol de Rogério Ceni (de pênalti) e outro de Ademilson, venceu o Atlético-MG por 2 a 0 e renasceu, classificando-se às oitavas de final da Libertadores, graças também à derrota do The Strongest.
O resultado deu ao time seu sétimo ponto e a segunda vaga do grupo 3. A vantagem sobre os argentinos ficou por conta do saldo de gols. Na próxima fase da competição continental, o adversário será o próprio Atlético, o qual antecipadamente já havia garantido a melhor campanha geral da primeira fase. As partidas ainda não têm data confirmada pela Conmebol, entretanto é certo que a segunda será em Belo Horizonte.
O goleiro não fez nenhuma defesa antes do intervalo. Até porque o São Paulo não chutava a gol. Na única tentativa de arremate, Denilson isolou. Mais tarde, Osvaldo recebeu na entrada da área e, em vez de arriscar, tentou um drible a mais, dando à retaguarda tempo para se recuperar e travar a bola, para desespero momentâneo das arquibancadas.
Momentâneo porque o apoio foi irrestrito. E cresceu a partir dos 29 minutos, pouco depois de Jô assustar em cruzamento que desviou em Carleto e, por pouco, não encobriu Ceni. Cresceu quando o Arsenal abriu o placar, em Sarandí. A diretoria optou por não informar o resultado do outro jogo no placar, contudo a festa dos torcedores certamente foi entendida pelos atletas.
Pior para a defesa do Atlético, que tinha bastante trabalho. Réver dava bom combate na meia-lua, e Leonardo Silva afastava a maioria dos cruzamentos. Jô também voltou do ataque para ajudar. Uma de suas contribuições foi fundamental: após Paulo Henrique Ganso colocar a bola entre as pernas de Serginho, dentro da área, o atacante se atirou para afastar a escanteio.
O único escape mineiro, na realidade, era gaúcho. Ronaldinho incomodava a dupla de volantes quando conseguia dominar a bola e, em duas cobranças de falta, exigiu atenção de Ceni. Na primeira, acertou a cabeça de Paulo Miranda. Na segunda - originada em bobeada de Wellington, que, por isso, ouviu bronca de Rafael Toloi -, enganou alguns ao colocar a bola na rede, pelo lado de fora.
No retorno do intervalo, Victor logo viu que teria mais trabalho. Aos quatro minutos, pulou para desviar chute de Carleto, no ângulo. Cinco minutos depois, Leonardo Silva deixou Aloísio dominar bola dentro da área e foi obrigado a derrubá-lo com falta. Foi então que Ceni, ovacionado como o melhor goleiro do Brasil, caminhou para cumprir o que faz como poucos: bateu no canto esquerdo e pôs o São Paulo em vantagem. Na comemoração, ajoelhou-se e foi abraçado pelos companheiros.
A frieza - ou, em alguns momentos, indiferença – atleticana, eficiente no primeiro tempo, agora já de nada valia. Para evitar a repetição do confronto nas oitavas, a equipe alvinegra precisava, no mínimo, empatar. Só que a noite era tricolor. Aos 36 minutos, Osvaldo disparou pela ponta direita e atrasou para Ademilson, de frente para o gol, ampliar a vantagem e decretar o renascimento são-paulino na Libertadores.

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