Senadores decidem que Dilma pode exercer função pública

Da Redação


Logo após a aprovação do processo de impeachment, os senadores decidiram que a presidente impedida Dilma Rousseff (PT) manterá os direitos políticos. O placar apontou 42 votos pela não elegibilidade, contra 36 pela manutenção dos direitos. Foram 3 abstenções.

Eram necessários pelo menos 54 votos para que Dilma perdesse os direitos políticos.

O discurso da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) foi fundamental para que Dilma não fosse suspensa da vida pública. Ela declarou no Plenário que a petista “era honesta”, que “cometeu erros administrativos”, mas que “não roubou”.

Aloysio Nunes, do PSDB-SP, foi contrário e pregou que ela fosse afastada da vida pública. “Não houve golpe, o Senado não está protagonizando uma farsa.”

Com a manutenção dos direitos políticos, Dilma poderá ser indicada para qualquer cargo público, ou se candidatar nas próximas eleições em 2018.

Com a aprovação do processo de impeachment, Dilma terá agora 30 dias para deixar o Palácio da Alvorada. Em seu lugar, assumirá Michel Temer, do PMDB, agora formalmente o novo presidente do Brasil.

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