Em MS, postos de combutíveis não poderão completar tanques

Da Redação


Os frentistas que trabalham nos postos de combustíveis em Mato Grosso do Sul ficarão proibidos de abastecer os carros após o acionamento da trava automática de segurança da bomba de abastecimento. O projeto de lei foi apresentado pelo deputado estadual Junior Mochi (PMDB), líder do governo na Assembleia Legislativa.

Mochi justifica que a iniciativa é baseada nas informações contidas nos manuais de automóveis vendidos no Brasil. O material indica que o volume máximo de combustível permitido em um tanque, para que não acarrete danos aos veículos, não é até sua capacidade máxima, e sim até o travamento da bomba. O que representa, no mínimo, 10% a menos da capacidade máxima do tanque.

Outro motivo para a proibição tem relação com o filtro instalado na boca de entrada do tanque. O equipamento tem a função de absorver vapores produzidos ali, impedindo que saiam para a atmosfera. Se há excesso de combustível, o filtro é inundado e acaba perdendo a capacidade de filtrar todo o vapor que passa por ele.

“Com isso, são eliminados alguns elementos de carvão que podem danificar o motor, além de contribuir para poluam o meio ambiente”, explica Junior Mochi.

Conforme o texto da matéria, os postos de combustíveis terão, ainda, que afixar cartazes para alertar os consumidores com os seguintes dizeres: “Para preservar o veículo e o meio ambiente, o tanque de combustível dos veículos deve ser preenchido até que ocorra o tratamento automático de segurança da bomba de abastecimento”.

Multa
O descumprimento da medida implicará em uma multa de 10 Uferms, o equivalente a R$ 180,00, aplicada em dobro no caso de reincidência.

Com Portal ALMS

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