Bens dos seis candidatos ao Governo do Estado, conforme o Sistema de Divulgação de Candidaturas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), vão de ''nada'' a R$ 37 milhões onde foram incluídos imóveis, veículos e dinheiro em espécie. O limite de gastos estimados para a campanha eleitoral também é variável: de R$ 160 mil a R$ 30 milhões. Isso não significa, porém, que esses valores serão utilizados em sua totalidade.
O postulante ao Governo do Estado pelo PP, Evander Vendramini, embora no Sistema no item "bens" (ainda) conste "nada encontrado", apresentou estimativa de gastos de até R$ 11 milhões na disputa eleitoral.
Já o candidato pelo PSDB, Reinaldo Azambuja, apresentou declarações de bens de R$ 37.850.615,73 e um limite de gastos de R$ 25 milhões.
Os bens declarados pelo senador Delcídio do Amaral, do PT, são da ordem de R$ 3.387.170,77 e seu limite para gastos é de R$ 28 milhões.
Por sua vez, o candidato Nelsinho Trad, do PMDB, declarou bens de R$ 2.908.834,10 e previsão de gastos de até R$ 30 milhões.
O professor Monje (Marco Antonio Oliva Monje), do PSTU, tem bens declarados de R$ 161.616,16 e seu limite de gasto de R$ 163.586,33.
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