3 estádios que sediaram a Copa devem contar com pouco público

Da Redação


A grande busca que aconteceu durante a Copa do Mundo, quando seus assentos foram disputados a tapa, agora deve virar apenas uma boa lembrança para pelo menos três dos 12 estádios que sediaram os 64 jogos da competição. São eles: Arena Pantanal (MT), Mané Garrincha (DF) e Arena Amazônia (AM).

Itaquerão (SP), Beira-Rio (RS), Mineirão (MG), Arena da Baixada (PR), Castelão (CE), Maracanã (RJ), Fonte Nova (BA) Arena das Dunas (RN) e Arena Pernambuco (PE), onde o futebol local tem mais tradição, terão utilização garantida, mesmo que sem a capacidade máxima preenchida.

Não é o caso, porém, dos estádios de Cuiabá, Brasília e Manaus, que têm pela frente o desafio de evitar a ociosidade. Para se ter uma ideia do risco, a Arena Pantanal, que tem capacidade para 44 mil pessoas, teve uma média de 791 torcedores por jogo no Campeonato Mato-grossense deste ano. O governo estadual já prepara um processo licitatório para que o estádio passe a ser administrado pela iniciativa privada.

Na capital do país, o Mané Garrincha, estádio mais caro da Copa (R$ 1,6 bilhão), também pode não dar o retorno esperado. O desinteresse pelos clubes locais – a maioria torce por equipes de Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais – fica claro no público do Candangão, que neste ano teve média de 1.036 torcedores por partida.

Já na Arena Amazônia, o modelo de gestão ainda é estudado, mas a aposta será em shows e eventos. O Estado conta apenas com um time no Brasileirão, o Princesa do Solimões, que disputa a Série D.


Band, com Jornal Metro

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