A rebelião que durou mais de 34h em uma penitenciária de Cascavel, no oeste do Paraná, foi contida, mas ainda não está encerrada, segundo informações da Seju (Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná).
O governo do Estado já chegou a um acordo para terminar o motim, em troca da transferência, ainda na segunda-feira (25), de 600 presos.
>>Leia também
Rebelião na PEC dura mais de 24h no Paraná
No entanto, os rebelados só devem acabar o protesto quando os detentos começarem a sair.
Dois agentes penitenciários são feitos reféns e quatro presos foram mortos – dois deles decapitados – desde domingo de manhã. O número de mortes pode ser maior, porque ainda não foi possível realizar a contagem dos detentos.
Rebelião
De acordo com o advogado dos agentes penitenciários, Jairo Ferreira, a rebelião teve início no momento em que o café da manhã era entregue aos detentos. O trinco de uma das grades estava serrado, o que permitiu aos presos puxarem o agente para dentro e iniciarem a rebelião. Ainda segundo o advogado, apenas dez agentes estavam de plantão no presídio que é ocupado por mais de mil presos.
Os detentos invadiram o telhado da penitenciária, queimaram colchões e hastearam a bandeira de uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios no país. Conforme Ferreira, cerca de 80% da unidade está destruída.
Com informações Seju
Cobertura do Jornal da Nova
Quer ficar por dentro das principais notícias de Nova Andradina, região do Brasil e do mundo? Siga o Jornal da Nova nas redes sociais. Estamos no Twitter, no Facebook, no Instagram, Threads e no YouTube. Acompanhe!





