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Ex-advogado que atuou no caso Eliza Samudio é preso em ação da PF
Da Redação
O advogado Wasley César de Vasconcelos, que autuou como advogado de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, no julgamento sobre a morte de Eliza Samudio, foi preso na manhã desta sexta-feira (12) suspeito de tráfico interestadual de drogas.
Ele foi detido na MG-050, em Capitólio, na região Centro-Oeste de Minas, durante uma operação conjunta das polícias Federal e Militar. De acordo com a assessoria da PF, foram apreendidos cerca de 200 quilos de maconha e outras três pessoas estão presas. O delegado Daniel Souza Silva, responsável pela operação, ouviu o advogado nesta manhã de sábado (13). Os presos e a droga foram encaminhados para a delegacia de Divinópolis (MG).
Segundo o chefe da Polícia Federal em Divinópolis (MG), Dr. Daniel Souza Silva, a droga era transportada em dois veículos e a maconha estava apenas em um, o outro fazia o trabalho de reconhecimento e alerta por sobre fiscalização na rodovia [batedor].
No momento em que ambos os veículos pararam para abastecer, foi feita a abordagem e presos quatro envolvidos.
Wasley atualmente tem endereço de escritório em Nova Serrana, também na região Centro-Oeste daquele Estado.
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Após uma semana de investigações, a PF obteve informações de que o advogado e três comparsas viajariam em dois carros de Nova Serrana até Aparecida do Taboado cidade que faz fronteira com São Paulo, para comprar grande quantidade de droga, que seria vendida no centro-oeste mineiro.
Investigação
De acordo com o delegado Silva, as apurações sobre o tráfico começaram a partir da denúncia de um informante que procurou a PF dando detalhes sobre a compra de drogas que seria feita esta semana. Os policiais apuraram a veracidade das informações e monitoraram Wasley e os três “mulas” no trajeto de compra. Os quatro traficantes saíram de Nova Serrana na quarta, cruzaram São Paulo e foram até Aparecida do Taboado. No retorno à Minas, foram interceptados em um posto de gasolina às margens da MG-050.
Segundo o delegado, o advogado viajava em um Toyota/Corolla dirigido por um dos “mulas”. Eles seguiam à frente fazendo uma escolta para o Fiat/Siena onde estava a maconha. Neste carro estavam o motorista e um passageiro. “O advogado era o patrão. Temos provas suficientes de que a droga era dele”, afirma Silva.
As investigações mostraram que os outros três envolvidos foram contratados apenas para o transporte da droga. O delegado agora vai continuar as investigações para saber se Wasley faz parte de alguma organização criminosa maior ou se agia individualmente. Ele não tem passagens pela polícia, mas conforme o delegado, atua como defensor de muitos traficantes.
Com informações Portal Uai, Band News e PF
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