Valdivia quer renovar e não descarta contrato de produtividade no Palmeiras

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O meia Jorge Valdivia afirmou o desejo de renovar seu vínculo com o Palmeiras, que termina em agosto de 2015. Questionado sobre a possibilidade de assinar um contrato de produtividade, o chileno não descartou a hipótese.

"Se renovarem meu contrato, ficarei muito feliz. Caso o presidente queira, vamos sentar e discutir os termos. Se tiver que ser dentro da margem de produtividade, a gente conversará e vocês vão saber", disse o “Mago” durante coletiva de imprensa concedida nesta quinta.

O jogador também negou a possibilidade de defender um dos grandes rivais a exemplo de Alan Kardec, que trocou o Palmeiras pelo São Paulo nesta temporada.

“Apesar dessa relação de amor e ódio que sempre falam, é muito difícil 'pular o muro' pelas pessoas que sentem mais amor que ódio. Então, minha resposta seria não. (...) Tenho muito respeito pelo Palmeiras, foi o clube que me fez ser reconhecido pelo mundo”.

Neste domingo, dia em que completa 31 anos, o meia deve fazer seu sexto jogo seguido no Brasileirão contra o Santos, às 16h, no Pacaembu. Se sentido bem fisicamente, o jogador ressaltou a confiança adquirida após a sequência, sua maior na competição.

"O mais importante é que estou bem fisicamente. É claro que sempre temos chance de lesão, mas felizmente há um pessoa muito correta pra tratar disso. O principal é jogar sem sentir medo de entrar em campo e pensar que posso me machucar em um pique mais forte”.

A vitória em clássicos é uma das principais motivações de Valdivia para o término na temporada. O clube, que ainda não ganhou de nenhum rival no Brasileirão, ainda enfrentará Corinthians (25/10) e São Paulo (16/11). Para o chileno, vencer os clássicos é uma forma de devolver ao torcedor palmeirense a alegria no ano do centenário.

Ele também revelou um pedido especial: quer ser capitão do Verdão na inauguração da nova arena.

“O ano não está sendo como esperávamos porque estamos brigando contra o rebaixamento, mas temos a chance de devolver a alegria à torcida tirando o Palmeiras dessa situação incômoda e ganhando clássicos. Podemos terminar bem em vários sentidos. Ainda tem a estreia na nossa arena. (...) Gostaria muito de ser o capitão na inauguração, significaria muito pra mim e jamais esqueceria”, completou.

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