Delegado de Batayporã está ouvindo várias testemunhas sobre a morte de Fernanda Ribeiro

Vítima foi morta de forma cruel nesta quinta-feira (29), em Batayporã
Da Redação / Imagens: Jornal da Nova
30/04/2021 13h30
Local onde ocorreu o crime descoberto nesta quinta-feira (29) / Imagens: Jornal da Nova

O delegado titular da Delegacia de Polícia Civil em Batayporã, Filipe Davanso Mendonça e responsável pela investigação da morte brutal de Fernanda Daniele de Paula Ribeiro dos Santos, de 36 anos, está ouvindo familiares, testemunhas e pessoas de seu círculo de amizade e possíveis desafetos. Desde a descoberta do crime, a Polícia Civil tanto de Batayporã quanto a equipe da SIG (Seção de Investigações Gerais) da Delegacia de Nova Andradina, estão em várias diligências.

 

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Informações preliminares apuradas pelo Jornal da Nova, são de que o crime possa ter ocorrido entre a noite de quarta-feira (28) e madrugada de ontem (29), pela rigidez do corpo da vítima no momento em que foi encontrada.

 

A vítima possivelmente tenha sido morta nas margens da via e arrastada por uns seis metros para dentro de uma plantação de milho localizada na estrada cascalhada MS-276, trecho que liga Nova Andradina a Batayporã.

 

Uma pessoa que trabalha naquele caminho foi quem encontrou o corpo e acionou as autoridades policiais.

 

No local, em investigação preliminar ela teria sido golpeada por um objeto cortante no pescoço e depois outro corte quase decepando. Seus objetos pessoais foram encontrados próximo ao corpo. Delegado descarta latrocínio que é roubo seguido de morte, uma vez que também seu veículo estava na garagem de casa.

 

Na plantação também foi realizado uma varredura pelos investigadores da Delegacia de Batayporã, em buscas de evidências que possam auxiliar nas investigações, como o objeto utilizado no crime.

 

Em Nova Andradina, equipes da SIG da Delegacia local e de Batayporã, estão em diligências em busca de imagens de câmeras de segurança para saber onde Fernanda passou por último e com quem estava no momento em que ocorreu os fatos.

 

O caso segue em total sigilo para não atrapalhar as investigações. No período da tarde mais pessoas serão ouvidas.  

 

A Perícia Criminal também trabalha na apuração para apresentar o relatório final o quanto antes.  



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