Homenagem ao primeiro lugar público que frequentei em Nova Andradina.
Um dia sol não duvida para onde ir?
As pernas já levam pra o Lanchão.
Ali afoga-se a mágoa e abre-se o coração.
Vendo do balcão a vida passar e o povo se divertir.
De gente simples à grã-fina, todos passam por ali
Na esquina a passagem e o encontro das feliz-cidades
Boemia, diversão, torcidas, personagens e ilusões.
- Bota uma amarelinha aí, Mauro, traz uma coca e dois copos.
- Oh, tia Cida, me dá três coxinhas e uma tuba. Tô numa fome!
- E aí, quem joga hoje? - É clássico, chega cedo pra não ficar em pé.
- E o cafezinho? - Espera aí um pouquinho e já está saindo fresquinho.
E nesse bebe, come, chora e conversa, mata-se o tempo.
Entre as madrugadas, quando lugar não há, é só lá chegar!
O atendimento nunca desafina, sem tem uma bem geladinha.
*Professor e ex-morador de Nova Andradina
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal da Nova
Cobertura do Jornal da Nova
Quer ficar por dentro das principais notícias de Nova Andradina, região do Brasil e do mundo? Siga o Jornal da Nova nas redes sociais. Estamos no Twitter, no Facebook, no Instagram, Threads e no YouTube. Acompanhe!





