Azambuja corta gastos do governo para priorizar a população

Da Redação


O governador Reinaldo Azambuja determinou, por decretos, o controle rigoroso de gastos e a redução das despesas da administração direta do Poder Executivo. Dentre as medidas, foi criado o Comitê Integrado de Controle de Despesas e o corte, por tempo indeterminado, no custeio das secretarias, autarquias e fundações em 20% em relação aos gastos realizados no exercício de 2014.

“Vamos gastar menos com a burocracia e o gigantismo do governo, para investir mais nas pessoas", disse Azambuja, reafirmando seu compromisso de enxugar a máquina administrativa e priorizar o cidadão sul-mato-grossense. "Estes decretos expressam o nosso objetivo maior, a eficiência e austeridade do governo na prestação de serviços à sociedade com o controle absoluto dos gastos públicos", completou.

Renegociação
O Comitê Integrado de Controle e Despesas, criado pelo decreto nº 14.108, terá como atribuição examinar gastos, especialmente os de custeio, contrapartidas de convênios e assessoramento às decisões iniciais do governador relacionadas a estes assuntos. O comitê será coordenado pelos secretários estaduais de Administração e Desburocratização, de Fazenda, de Governo e Gestão Estratégica e ainda o da Casa Civil.

Competirá ao comitê analisar os contratos vigentes e verificar, em especial, sua regularidade, observar as disposições previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal, principalmente no que tange ao artigo 42 da referida lei.

O mesmo decreto fixa que as despesas com custeio e investimento, que decorram de contratos com terceiros, deverão ser renegociadas com os contratados, estabelecendo-se como meta de redução o patamar de 25%. "A população nos delegou quatro anos de governo e nós temos que responder com indicadores, com serviços melhores, com a melhor prestação de serviço e isso precisa ser resolvido de imediato".

Gastar menos
O governador vetou, por meio do decreto nº 14.107, a assunção de compromissos que implicam em gastos com despesas de diárias de viagem para fora do Estado, aquisição de passagens aéreas, participação em cursos, congressos, seminários e eventos afins, bem como promoção destes; contratação ou renovação de contratos de consultoria; contratação ou prorrogação de contratos de locação de mão de obra temporária, e contratação ou renovação de convênios que impliquem com despesas para o Estado.

Também estão suspensas a celebração de contratos de aluguel de imóveis e de equipamentos, aquisição de permanente e contratação de obras e instalações e a realização e contratação de novas despesas de investimento. A medida se estende às empresas públicas e sociedades de economia mista que recebam recursos do tesouro estadual.

Conforme o decreto, em seu artigo 3º, a execução das despesas está vedada independentemente das fontes de recursos que irão financiá-las. Os pleitos de excepcionalidade, em virtude de relevante interesse público e devidamente motivados e instruídos com as respectivas planilhas de custos, serão submetidos à deliberação do governador.

"Vamos abrir mão de contratos que não sejam imprescindíveis e os que são, vamos analisar e negociar os valores. A prioridade é atender as principais necessidades da população, gastando menos com o governo e mais com as pessoas. É esse o modelo de governo que nós temos para Mato Grosso do Sul”, concluiu.

Com assessoria

Cobertura do Jornal da Nova

Quer ficar por dentro das principais notícias de Nova Andradina, região do Brasil e do mundo? Siga o Jornal da Nova nas redes sociais. Estamos no Twitter, no Facebook, no Instagram, Threads e no YouTube. Acompanhe!