Vista pelo governo federal como uma alternativa para financiar o SUS (Sistema Único de Saúde), a volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) ou a criação de tributo assemelhado enfrentam forte resistência entre os senadores.
Integrante da base governista, Waldemir Moka (PMDB-MS) diz que dificilmente o Congresso aprovará a ideia.
Para Moka, a volta da CPMF está fora de cogitação no Congresso, para ele, jamais será aprovada pelos companheiros, o que ele sugere, é a criação de um novo projeto que financie a saúde, sem elevar os impostos.
A proposta é criticada com vigor pelo oposicionista José Agripino (DEM-RN). Já o senador João Capiberibe (PSB-AP) sugere maior fiscalização sobre os recursos aplicados na saúde.
Com informações Agência Senado
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