Uma semana de investigação, SIG percorreu mais 500 km na zona rural atrás de Rogerinho

Durante as diligências também foram apreendidas duas armas de fogo pertencente a ele

Da Redação


Hoje, 28 de janeiro, completa uma semana do desaparecimento de Rogério Pereira Bonfim, de 44 anos, que sumiu no último dia 21, ao sair de casa em Nova Andradina. O carro que ele conduzia, um GM/Onix de cor branca, foi encontrado incendiado a 100 km do perímetro urbano de Nova Andradina, numa plantação de cana-de-açúcar já no município de Anaurilândia, na noite do sumiço.

A partir daí, a Polícia Civil, por meio da SIG (Seção de Investigações Gerais) traçou algumas linhas de investigação, que ainda estão sendo analisadas e apuradas, para tentar desvendar o sumiço de Rogerinho, como é conhecido.

Segundo o delegado Caio Bazoti, que até hoje estava à frente das investigações, pois agora passou o caso para o delegado da SIG Caio Bicalho, que estava de férias, no perímetro onde o veículo foi localizado em Anaurilândia, houve uma varredura na noite e madrugada do achado. A pé, com viaturas e drone. Também realizado exame pericial no local do achado do veículo e na residência de Rogério Bonfim.

No dia 22, equipes da Polícia Civil voltaram no perímetro onde o veículo foi encontrado incendiado, houve uma varredura no local e assim, segundo a autoridade policial, foram mais de 500 quilômetros percorridos pela SIG em estradas vicinais na área rural.

Na residência do desaparecido, a Polícia Civil realizou a apreensão de duas armas de fogo supostamente pertencentes a Rogério Bonfim e apreensão de outros objetos relacionados ao fato.

Local onde o carro de Rogério Bonfim foi encontrado incendiado - Foto: Google Maps

Várias pessoas já foram ouvidas nesses oito dias de investigação, até os pais dele que mora em outro Estado.

Na parte tecnológica, os investigadores estão analisando imagens de câmeras de segurança para traçar os últimos passos do desaparecido, assim como dados telemáticos, bancários, junto ao cartório de registro de imóveis, e outros órgãos públicos, como IAGRO (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), devido as cabeças de gado pertencente ao Rogerinho.

Por fim, a Polícia Civil também solicitou informações junto à Polícia Federal e requisições feitas para empresas privadas.

Rogério Pereira Bonfim, de 44 anos - Foto: Arquivo Pessoal

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