Combustíveis ficam mais caros a partir de janeiro e consumidor inicia 2026 com alta de até 6,8%

Reajuste do ICMS aprovado pelo Confaz eleva imposto da gasolina, do diesel e do gás de cozinha em todo o país

Da Redação


O consumidor brasileiro começará 2026 pagando mais pelos combustíveis. A partir de janeiro, entram em vigor os novos valores fixos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incidem sobre gasolina, diesel e gás liquefeito de petróleo (GLP). A atualização das alíquotas foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e passa a valer no primeiro dia do ano.

Com o reajuste, a gasolina terá aumento de R$ 0,10 por litro, passando de R$ 1,47 para R$ 1,57, o que representa alta de 6,8%. Já o diesel e o biodiesel sofrerão acréscimo de R$ 0,05 por litro, com a alíquota subindo de R$ 1,12 para R$ 1,17, aumento de 4,4%.

O gás de cozinha também será impactado. A alíquota do GLP sobe de R$ 1,39 para R$ 1,47 por quilo, reajuste de 5,7%, o que equivale a um aumento aproximado de R$ 1,05 no botijão de 13 quilos.

O aumento de 2026 será o segundo ano seguido de alta do ICMS sobre combustíveis. Em fevereiro deste ano, também houve elevação do imposto. Com isso, a tendência é de novos aumentos nos preços dos combustíveis para o consumidor final.

Diante da relevância dos combustíveis como insumos básicos para transporte, logística e produção, a tendência é de reflexos em cadeia na economia, com possíveis impactos sobre preços de alimentos, serviços e demais produtos em todo o Brasil.

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