Policial / Polícia
Mulher denuncia ameaças e retenção de celular após sair do trabalho em Nova Andradina
Vítima relata ter sido forçada a entrar em veículo por três pessoas e levada até residência de suspeita; caso é investigado pela Polícia Civil
Da Redação
A Polícia Civil de Nova Andradina investiga uma grave denúncia registrada por uma mulher de 53 anos, que afirma ter sido vítima de ameaças e retenção indevida de seu aparelho celular, após sair do trabalho na região central do município. Caso aconteceu no final da tarde deste sábado (31), na rua Walter Hubacher, ao lado da Escola Estadual Professora Fátima Gaiotto Sampaio.
Conforme apurado pelo Jornal da Nova, a vítima relatou que trabalha em um supermercado da cidade e que também exerce atividades no mesmo local onde atua outra mulher, de 33 anos, com quem teria tido conflitos motivados por questões pessoais. Segundo a vítima, esses desentendimentos estariam relacionados a um antigo relacionamento amoroso envolvendo um terceiro.
Ainda de acordo com apuração da reportagem, a vítima deixou o local de trabalho pelos fundos, com acesso à rua Walter Hubacher. Enquanto caminhava pela calçada lateral da Escola Fátima Gaiotto, ela teria sido abordada por três indivíduos, até então desconhecidos, que estavam em um veículo de cor preta.
A mulher afirma que foi obrigada a entrar no automóvel e levada até as proximidades de um frigorífico, sendo posteriormente conduzida até a residência de uma das envolvidas. No local, estariam presentes a suspeita e outra mulher, possivelmente sua mãe. Segundo o relato, o chip do celular da vítima foi retirado e ela teria sido ameaçada de morte caso denunciasse o ocorrido à polícia ou mantivesse contato com a pessoa citada como pivô do conflito.
Ainda conforme a vítima, após conseguir convencer os envolvidos de que não acionaria as autoridades, ela conseguiu sair do local, correu para pedir ajuda e foi atendida, recebendo apoio e orientação do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), que acionou o órgão para acompanhamento da situação.
O caso foi imediatamente comunicado ao setor de investigação da Polícia Civil, que adotou as providências cabíveis para apuração dos fatos.
Em versão apresentada à polícia, a mulher apontada como autora confirmou parte dos acontecimentos, mas negou agressões físicas. Ela afirmou que a vítima estaria divulgando informações falsas a seu respeito e alegou que o encontro teria ocorrido com o objetivo de esclarecer os fatos. A suspeita também declarou que retirou o chip do celular para averiguar mensagens e o entregou posteriormente na Delegacia de Polícia Civil.
A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer as circunstâncias do caso e a eventual responsabilidade dos envolvidos.
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