MS alia crescimento econômico e mobilidade social e atrai investimentos

Estado soma mais de R$ 80 bilhões em investimentos privados, lidera indicadores sociais e mantém economia em expansão acima da média nacional

Da Redação


Mato Grosso do Sul consolida-se como um dos estados mais dinâmicos do país, combinando ambiente favorável aos negócios, políticas públicas consistentes e avanços sociais. O Estado já acumula mais de R$ 80 bilhões em investimentos privados, com destaque para a indústria — que lidera o crescimento nacional — e para o agronegócio, segundo maior em desenvolvimento no Brasil. Entre os principais empreendimentos estão duas das maiores fábricas de papel e celulose do mundo, instaladas em Inocência e Bataguassu.

O bom desempenho econômico é reforçado pela Resenha Regional do Banco do Brasil, que aponta Mato Grosso do Sul como o segundo estado com maior crescimento projetado em 2025, estimado em 5,9%. No campo social, o Estado ocupa a primeira posição em mobilidade social, indicador que mede a capacidade de oferecer oportunidades reais de ascensão socioeconômica à população.

Histórias como a de Daniel de Oliveira Ezidio, indígena da etnia Terena e estudante do 8º semestre de Medicina da UEMS, exemplificam esse cenário. Beneficiado pelo programa MS Supera, ele conseguiu manter os estudos e pretende retornar à comunidade de origem, em Aquidauana, para atuar como médico. O programa garante bolsa mensal de um salário mínimo e busca reduzir a evasão escolar entre estudantes em situação de vulnerabilidade.

Iniciativas educacionais também impactam a vida de mulheres, como o curso EJA Mulher, em Campo Grande. A estudante Beatriz Resende de Barros, mãe de dois filhos, retomou os estudos com apoio da escola e projeta concluir o ensino médio e ingressar no ensino superior.

Na economia, os números seguem positivos. A renda média mensal no Estado é de R$ 3.469, a oitava maior do país, segundo o IBGE. O valor da produção agropecuária superou R$ 76,3 bilhões em 2025, mantendo Mato Grosso do Sul na sétima posição nacional. O mercado de trabalho também se destaca, com a quarta menor taxa de desocupação do Brasil (2,9%) e saldo positivo de mais de 16 mil empregos formais no último ano. Em 2025, foram abertas 13.143 novas empresas, principalmente nos setores de serviços e comércio.

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