Rodovias federais registram queda nos acidentes e mortes em 2025, aponta PRF

Balanço anual revela redução de sinistros, óbitos e feridos; fiscalização intensiva e ações preventivas seguem como foco

Da Redação


O balanço estatístico das rodovias federais referente a 2025, divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), aponta uma redução nos principais indicadores de sinistros de trânsito em comparação com o ano anterior. Os dados demonstram avanço nas ações de prevenção e fiscalização, ainda que o cenário continue exigindo atenção permanente.

Ao longo de 2025, a PRF registrou 72.483 sinistros de trânsito, com 6.044 mortes e 83.483 pessoas feridas. Em 2024, haviam sido contabilizados 73.201 sinistros, 6.163 óbitos e 84.587 feridos, o que evidencia queda em todos os índices analisados.

Comparativo anual dos sinistros nas rodovias federais

Dados da PRF - Foto: Reprodução

Estados com maiores registros

Minas Gerais lidera o ranking nacional de sinistros, feridos e mortes nas rodovias federais. Na sequência aparecem Santa Catarina e Paraná em número de acidentes e feridos. Já no total de mortes, a Bahia ocupa a terceira posição.

Estados com maior número de mortes:

  • Minas Gerais: 765
  • Paraná: 593
  • Bahia: 584

Estados com maior número de feridos:

  • Minas Gerais: 11.987
  • Santa Catarina: 9.396
  • Paraná: 8.523

Fiscalização e combate à alcoolemia

Para reduzir os sinistros e preservar vidas, a PRF mantém atuação contínua baseada em prevenção, fiscalização e educação para o trânsito. Durante as abordagens, os policiais avaliam as condições dos veículos, a forma de transporte dos ocupantes, a regularidade da documentação e a condução sob efeito de álcool.

Somente em 2025, foram fiscalizados mais de 4,6 milhões de veículos e 5,4 milhões de pessoas nas rodovias federais de todo o país. No enfrentamento à alcoolemia ao volante, a PRF realizou mais de 3,5 milhões de testes, que resultaram em 51 mil infrações e 3.643 prisões por embriaguez.

O diretor-geral da PRF, Fernando Oliveira, reforça a responsabilidade coletiva no trânsito.

“Nenhuma morte no trânsito é aceitável. Por isso, além dos esforços de prevenção e fiscalização da PRF, é fundamental que as pessoas tenham consciência de que o desrespeito às normas mata. O trânsito seguro depende de todos.”

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