MS abre 3,9 mil empregos formais em janeiro; construção lidera geração de vagas

Dados do Novo Caged mostram saldo positivo em quatro dos cinco setores econômicos; Inocência foi o município que mais criou postos de trabalho no Estado

Da Redação


Mato Grosso do Sul iniciou 2026 com saldo positivo na geração de empregos formais. Em janeiro, o Estado registrou 3.936 novos postos de trabalho com carteira assinada, conforme dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nessa terça-feira (3) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O desempenho foi impulsionado principalmente pelo setor da Construção, que liderou a geração de vagas ao abrir 2,3 mil novos empregos formais no período. Na sequência aparecem a Agropecuária, com 1,7 mil vagas, a Indústria, com 286, e o setor de Serviços, com 91 novos postos.

Entre os principais segmentos econômicos avaliados pelo levantamento, apenas o Comércio apresentou resultado negativo, com saldo de -513 vagas no primeiro mês do ano.

Municípios que mais geraram empregos

O município de Inocência foi o destaque estadual na geração de empregos formais em janeiro, com 1 mil novas vagas criadas. Atualmente, a cidade mantém um estoque de cerca de 6,5 mil vínculos formais de trabalho.

Outros municípios que também registraram saldo positivo significativo foram:

  • Três Lagoas: 639 vagas
  • Chapadão do Sul: 477 vagas
  • Costa Rica: 424 vagas
  • Campo Grande: 410 vagas

Perfil das contratações

Os dados do Novo Caged indicam que a maioria das vagas abertas em Mato Grosso do Sul foi ocupada por homens, que responderam por cerca de 4,1 mil postos de trabalho.

Em relação à escolaridade, trabalhadores com ensino médio completo foram os mais beneficiados, somando aproximadamente 2,3 mil contratações.

Já no recorte por faixa etária, os jovens entre 18 e 24 anos concentraram o maior saldo de vagas, com 1,3 mil novos empregos formais no Estado.

Cenário nacional

No cenário nacional, o Brasil registrou saldo positivo de 112.334 empregos com carteira assinada em janeiro de 2026. O resultado é fruto de 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos no período.

No acumulado de 12 meses — entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026 — o país gerou mais de 1,22 milhão de novos empregos formais.

Com isso, o estoque total de trabalhadores com carteira assinada no Brasil cresceu 2,6%, passando de 47,34 milhões para 48,57 milhões de vínculos formais.

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