Cidades & Região / Nova Andradina
Prefeito cobra reação imediata e expõe caos deixado por obras em Nova Andradina
Fedossi endurece discurso contra MS Pantanal, Sanesul e empresa responsável por pavimentação após enxurrada de reclamações e transtornos enfrentados pela população
Da Redação
A paciência da população parece ter chegado ao limite, e a do prefeito Dr. Leandro Fedossi também. Diante das inúmeras reclamações provocadas pelos transtornos das obras de saneamento e infraestrutura espalhadas por Nova Andradina, o chefe do Executivo decidiu averiguar pessoalmente os pontos mais críticos para cobrar respostas e, principalmente, solução.
Nesta quinta-feira (7), acompanhado do vice-prefeito Arion Aislan, do secretário de Infraestrutura Moammar Muhammed e do secretário de Serviços Públicos Raphael Perpétuo, Fedossi esteve na esquina da Rua Melvin Jones com a Rua André Loyer, um dos locais que se transformaram em símbolo do abandono e da demora nas intervenções executadas pela MS Pantanal em parceria com a Sanesul.
O cenário encontrado reforçou aquilo que os moradores denunciam diariamente: ruas deterioradas, serviços inacabados, transtornos constantes e uma sensação crescente de descaso. Segundo o prefeito, o problema já se arrasta há tempos sem qualquer resposta concreta à população.
“Estamos buscando uma solução definitiva para esse problema. As notificações estão sendo feitas à MS Pantanal, porque não é possível que Nova Andradina continue pagando essa conta. Falei diretamente com o presidente da Sanesul para que venha ao município, conheça a real dimensão do problema e resolva de uma vez por todas os prejuízos que a MS Pantanal está causando em nosso município”, disparou Dr. Leandro.
A indignação da administração municipal também se estende às obras de pavimentação e drenagem da Rua Gino Lima e do prolongamento da Rua Professora Vera Lúcia Pigari Baptista, autorizadas ainda em outubro de 2025. Seis meses depois, o que deveria representar avanço na infraestrutura urbana virou motivo de revolta.
Executadas pela Ramadam Engenharia e Empreendimentos Ltda, as obras caminham em ritmo considerado inadmissível pela Prefeitura. Mesmo com investimentos superiores a R$ 2,3 milhões, os serviços seguem longe da conclusão e acumulam cobranças da população, que convive diariamente com poeira, lama, interdições e promessas não cumpridas.
Nos bastidores da administração municipal, o sentimento é de que falta compromisso por parte das empresas responsáveis. A avaliação é de que os cronogramas apresentados não vêm sendo respeitados, enquanto os impactos recaem diretamente sobre os moradores.
Dr. Leandro deixou claro que a Prefeitura não pretende mais assistir passivamente ao avanço lento das obras. O endurecimento do discurso e as notificações emitidas sinalizam uma mudança de postura diante de empresas que, segundo a gestão, precisam assumir responsabilidade pelos transtornos causados à cidade.
Enquanto isso, quem mora nos bairros afetados segue esperando aquilo que deveria ser básico: obras concluídas, ruas recuperadas e respeito com a população.
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