Reinaldo defende plano nacional para concluir obras paradas

Ex-governador cita levantamento do TCU sobre quase 12 mil obras inacabadas no país e diz que pretende levar ao Senado experiência adotada em Mato Grosso do Sul

Da Redação


O ex-governador de Mato Grosso do Sul e pré-candidato ao Senado, Reinaldo Azambuja (PL), defendeu a criação de uma solução nacional para a retomada e conclusão de obras públicas paradas no país. A declaração ocorre após levantamento do Tribunal de Contas da União apontar a existência de 11.941 obras inacabadas no Brasil.

Para Reinaldo, a paralisação de empreendimentos públicos representa desperdício de recursos e prejuízo direto à população. “Obras paradas é dinheiro jogado fora e milhares de empregos desperdiçados”, afirmou.

Segundo ele, a situação compromete investimentos bilionários e impede a entrega de estruturas essenciais, como hospitais, escolas, creches, rodovias e pontes. “Isso significa hospital sem atendimento, escola sem aluno, pontes inacabadas e estradas que não ligam a lugar nenhum”, declarou.

Reinaldo citou como exemplo o programa Obra Inacabada Zero, implantado durante sua gestão no Governo de Mato Grosso do Sul. A iniciativa teve como objetivo retomar e concluir empreendimentos herdados de administrações anteriores. De acordo com o ex-governador, mais de 220 obras foram entregues em diferentes regiões do Estado.

Entre os projetos destravados no período, ele destacou o Hospital do Trauma, em Campo Grande, a sede definitiva da UEMS na Capital e o Bioparque Pantanal.

Pré-candidato ao Senado, Reinaldo afirmou que pretende defender em Brasília mecanismos para ampliar o controle sobre obras públicas financiadas com recursos federais. Entre as medidas citadas estão maior rigor técnico nos projetos, acompanhamento da execução física e financeira, integração entre órgãos de controle e punições mais severas para paralisações injustificadas.

“Não é aceitável que o Brasil continue convivendo com bilhões enterrados em obras inacabadas enquanto faltam hospitais, escolas e infraestrutura básica”, afirmou.

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