Reinaldo defende reforço federal na segurança da fronteira

Pré-candidato ao Senado afirma que União deve ampliar presença da PF e PRF no combate ao tráfico e ao contrabando

Da Redação


O fortalecimento da segurança pública na faixa de fronteira é uma das principais bandeiras defendidas por Reinaldo Azambuja, pré-candidato ao Senado. Ex-governador de Mato Grosso do Sul, ele afirma que o Governo Federal precisa ampliar investimentos em efetivo, tecnologia e equipamentos para combater o tráfico de drogas e o contrabando de armas.

Mato Grosso do Sul possui mais de 1.000 quilômetros de fronteira com Paraguai e Bolívia, incluindo trechos de fronteira seca, condição que favorece a atuação de organizações criminosas. Para Reinaldo, o enfrentamento ao crime transnacional exige presença federal permanente, com atuação mais efetiva da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal.

“A segurança das famílias brasileiras começa na nossa fronteira. Não podemos mais aceitar que o combate ao crime transnacional seja feito de forma episódica. Precisamos de presença constante da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, com suporte tecnológico e efetivo compatível com a extensão do nosso território”, afirmou.

Segundo o pré-candidato, embora a segurança de fronteira seja atribuição da União, grande parte das ações de fiscalização e apreensão acaba sendo realizada pelas forças estaduais, como Polícia Militar e Polícia Civil. Ele avalia que essa situação sobrecarrega o Estado diante de uma demanda de origem federal.

A proposta, conforme Reinaldo, está alinhada às diretrizes nacionais do PL e integra o conjunto de metas prioritárias do partido para o país, denominado “Brasil sem medo”.

Reinaldo também cita os resultados obtidos durante os oito anos em que governou Mato Grosso do Sul. No período, segundo ele, os investimentos em segurança pública somaram R$ 649,7 milhões, com aquisição de 1.705 viaturas, R$ 80 milhões aplicados em aeronaves, contratação de 3.079 agentes e realização de 9.747 promoções.

Entre as medidas destacadas estão ainda a criação de 11 núcleos de inteligência e a apreensão de aproximadamente 2 mil toneladas de drogas em sete anos, resultado que, segundo o ex-governador, impactou diretamente as finanças do crime organizado.

“Minha preocupação sempre foi e será com a proteção das famílias. Em Mato Grosso do Sul, mostramos que com investimento e inteligência é possível reduzir a criminalidade. No Senado, é preciso lutar para que esse modelo seja replicado em nível federal, garantindo que o Brasil pare de enxugar gelo e passe a fechar as portas para o crime onde ele realmente entra”, concluiu.

Cobertura do Jornal da Nova

Quer ficar por dentro das principais notícias de Nova Andradina, região do Brasil e do mundo? Siga o Jornal da Nova nas redes sociais. Estamos no Twitter, no Facebook, no Instagram, Threads e no YouTube. Acompanhe!


Comentários