MS acumula mais de 19 mil novos empregos formais em 2026

Estado criou 730 vagas com carteira assinada em julho e chegou a 684,1 mil postos formais de trabalho

Da Redação


Mato Grosso do Sul acumulou 19.258 novos empregos formais entre janeiro e julho de 2026, conforme dados do Novo Caged. No período, foram registradas 260.856 admissões e 241.598 desligamentos, mantendo positivo o saldo do mercado de trabalho no Estado.

Somente em julho, foram contabilizadas 34.983 contratações e 34.253 demissões, resultando na criação de 730 postos de trabalho. Com o desempenho, o estoque de empregos formais em Mato Grosso do Sul chegou a 684.147 vínculos.

Na comparação com junho, as admissões avançaram 8,23%, passando de 32.322 para 34.983. Os desligamentos recuaram 0,35%, de 34.737 para 34.253. Apesar disso, o saldo mensal ficou abaixo do registrado em junho, quando foram abertas 2.051 vagas.

Entre os setores da economia, a construção civil liderou a geração de empregos em julho, com saldo positivo de 1.188 postos. O setor de serviços criou outras 391 vagas.

Por outro lado, comércio e reparação de veículos encerraram 80 postos, enquanto a agropecuária apresentou saldo negativo de 213 empregos. A indústria geral teve a maior retração entre os setores, com fechamento de 556 vagas.

No recorte por municípios, Inocência liderou a criação de empregos, com saldo positivo de 923 vagas, seguida por Chapadão do Sul, com 386, e Três Lagoas, com 274.

Também tiveram desempenho positivo Aparecida do Taboado, com 156 vagas; Corguinho, com 75; Rio Brilhante, com 69; Bataguassu, com 55; Cassilândia, com 51; Ribas do Rio Pardo, com 44; e Mundo Novo, com 38.

Na outra ponta, Nioaque registrou o maior saldo negativo do mês, com fechamento de 286 postos. Campo Grande perdeu 140 vagas, Nova Alvorada do Sul teve saldo negativo de 107, Água Clara fechou 88 postos e Dourados apresentou redução de 71 empregos.

Com o resultado de julho, Mato Grosso do Sul ocupou a 16ª posição entre as unidades da Federação na geração de empregos formais no mês. São Paulo liderou o ranking nacional, com 17.814 novas vagas, seguido por Mato Grosso, com 5.766; Minas Gerais, com 5.199; Bahia, com 4.664; e Ceará, com 4.181.

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