Três ocorrências de violência e vias de fato são atendidas pela PM em Ivinhema e Nova Andradina

Casos envolveram agressões entre duas mulheres, violência doméstica contra companheira e denúncia de agressão contra adolescente de 17 anos

Luis Gustavo, Da Redação


A Polícia Militar atendeu, nessa quarta-feira (9), três ocorrências envolvendo vias de fato e violência doméstica nos municípios de Ivinhema e Nova Andradina.

 

Em Ivinhema, uma equipe da Radiopatrulha foi acionada para atender a um desentendimento entre duas mulheres em um estabelecimento comercial no bairro Piravevê.

 

Segundo os relatos, a situação começou após uma das envolvidas procurar a responsável por um comércio vizinho para reclamar do odor proveniente da preparação de alimentos. Durante a discussão, houve agressões físicas.

 

Uma das mulheres afirmou ter sido empurrada e atingida com um tapa no rosto. A outra confirmou o desentendimento e relatou que, posteriormente, uma prateleira do estabelecimento teria sido derrubada, causando danos em uma faixa de iluminação em LED.

 

As envolvidas foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

 

Ainda em Ivinhema, a PM foi acionada pelo 190 para atender uma ocorrência de violência doméstica no bairro Vitória.

 

No local, uma mulher relatou que estava em casa quando passou a ser insultada, humilhada e ameaçada de morte pelo companheiro, que estaria sob efeito de bebida alcoólica. Ela também afirmou ter sido agredida com chutes.

 

O homem foi localizado e abordado pelos policiais. As partes foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos necessários.

 

Em Nova Andradina, uma adolescente de 17 anos relatou à PM ter sido agredida pelo próprio pai, de 34 anos, durante um desentendimento familiar em uma residência.

 

A jovem contou que a discussão evoluiu para vias de fato e que, após o episódio, procurou ajuda na casa de uma vizinha. Ela também relatou episódios anteriores de comportamento agressivo e ameaças no ambiente familiar e disse temer retornar para casa.

 

Durante o atendimento, os responsáveis pela adolescente apresentaram versão divergente, confirmando a existência de um desentendimento familiar, mas negando que tenha ocorrido agressão. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

 

As partes foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil.

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