O PT passou 2011 arrumando a casa para tentar chegar forte nas eleições municipais e na sucessão estadual, em 2014. O partido conseguiu unificar as forças em litígio desde 2006, colocando para acertar as diferenças o senador Delcídio do Amaral e o ex-governador José Orcírio dos Santos.
O sentimento é de dever cumprido”, afirmou o presidente regional do PT, Marcus Garcia, em relação à pacificação do partido. “A casa está arrumada, então nós vamos para cima agora”, completou, referindo-se às eleições municipais. Conforme o dirigente, o ano serviu também para incentivar as 40 pré-candidaturas a prefeito nos municípios — incluindo a Capital, onde foi fechado consenso em torno do nome do deputado federal Vander Loubet (PT).
No PMDB, 2011 foi um ano de acomodações políticas, com a migração do deputado federal Edson Giroto do PR e a mudança no domicílio eleitoral da vice-governadora Simone Tebet. Todas as mudanças tinham por objetivo a sucessão na Prefeitura de Campo Grande. Giroto é apontado no PMDB como o principal nome para concorrer a eleição. A Simone deixou Três Lagoas para ser o “plano B” do partido na Capital. Depois descobriu-se que ela está inelegível para as eleições deste ano.
O prefeito Nelsinho Trad (PMDB) está convencido que vai prevalecer a indicação de Giroto para concorrer à sua sucessão. Ele tem dito, no entanto, que as pesquisas vão dar o norte da escolha do candidato peemedebista. Mas o governador André Puccinelli (PMDB) não esconde a preferência por Giroto.
Já o PSDB, PP e PPS tentaram em 2011 dar seu grito de independência, anunciando pré-candidatos. Os tucanos tiveram que importar de Maracaju a pré-candidatura do deputado federal Reinaldo Azambuja para concorrer a Prefeitura de Campo Grande. A determinação do PSDB de disputar a prefeitura com candidatura própria levou a cúpula do PMDB não colocar o nome de Azambuja nas pesquisas da base aliada, que, em tese, deveriam definir o candidato.
O PP saiu de guerra interna entre o então deputado federal Antonio Cruz com os grupos com o plano de disputar a sucessão de Nelsinho. O nome mais forte do partido é do deputado estadual Alcides Bernal. Ele é apontado hoje como um dos preferidos do eleitor.
O PPS vem jogando com a pré-candidatura do vereador Athayde Nery. Mas ninguém sabe até onde pode resistir o projeto de Athayde de disputar a prefeitura, porque não dispõe de nenhuma estrutura política para enfrentar os “grandes” na Capital. (Com informações Correio do Estado)
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