O governo planeja usar investimentos públicos e privados para reanimar a economia nos primeiros meses deste ano, concentrando despesas no primeiro semestre e adiando para depois de julho a maior parte do sacrifício que precisará fazer para equilibrar as contas do governo, informa reportagem de Natuza Nery, Sheila D'Amorim e Lorenna Rodrigues, publicada na Folha deste sábado.
Em meio à discussão sobre o tamanho do corte de gastos que fará no Orçamento de 2012 --estuda-se algo próximo a R$ 60 bilhões--, a presidente Dilma Rousseff decidiu inverter a lógica adotada em anos anteriores para calibrar as despesas oficiais.
Em vez de começar o ano segurando mais fortemente as despesas e acelerar os gastos no final do ano, a presidente cogita fazer o contrário. Dilma quer conhecer a lista de prioridades dos ministros para só então avaliar qual volume será bloqueado.
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