Cidades & Região / Nova Andradina
Área de APP está sendo engolida pela erosão em Nova Andradina
Redação
Desde o início da civilização, o ser humano polui o planeta. É difícil imaginar alguma atividade humana da qual não resulte alguma forma de poluição. Somente na segunda metade do século anterior, a consciência preservacionista despertou e o meio ambiente ganhou espaço nos meios de comunicação e no seio da comunidade, contribuindo para inibir o mau uso dos recursos naturais, que se soube serem limitados.
O idealismo de alguns cidadãos cresceu, ampliou-se e incorporou-se à cultura dos mais variados povos. Tanto é assim que a maioria dos “países possui leis” - a de alguns, é verdade, mais rígidas - disciplinadoras de impactos ambientais relacionados às atividades produtivas ou não.
Assim, transcorridas três décadas da Conferência de Estocolmo e disseminada a mensagem preservacionista, o grande desafio continua sendo o de conciliar a crescente demanda de alimento e de bens da vida do homem com a conservação dos elementos naturais do planeta.
Erosão
Uma erosão gigantesca já engoliu boa parte da mata de Área de Preservação Permanente (APP) existente atrás do Bairro Pedro Pedrossian (Pia Cobra), uma tubulação que fizeram “meia boca” despejando toda água que vem dos altos da multivias e do Parque de Exposição Henrique Martins criou uma voçoroca sem fim, que inicia na Estrada Odilon Ribeiro dos Santos e vai passando por chácaras e finaliza em outro pondo de mata atrás da Rua Pastor Júlio Ferreira de Alencar.
Esta vergonhosa erosão está aumentando toda vez que chove, pelo tamanho da voçoroca tem no mínimo alguns anos, segundo um engenheiro que levamos ao local, a erosão se formou quando a rede de águas pluviais foi instalada inadequadamente, “quem projetou e autorizou, sabia que a água cairia com força e com certeza abriria valas, hoje, ainda dá tempo para regularizar e recuperar os estragos, mas com medidas urgentes”, relata o engenheiro.
Além da erosão, muito lixo acumulado no local, à enxurrada trouxe inúmeros e tipos de lixos, o que degrada mais ainda a natureza, “o certo a fazer agora é a recomposição da APP, para que a vegetação original seja protegida”, ressalta o engenheiro.
Águas
As águas que caem na área de APP, vem da canalização de águas da chuva que saem do Portal do Parque, mais de uma ligação da multivias, passando pelo Parque de Exposição Henrique Martins e desembocando tudo na referida área.
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