Laudos identificam armas usadas na chacina de Osasco e Barueri

Da Redação


O secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, se posicionou novamente sobre a chacina ocorrida região de Osasco e Barueri, na Grande São Paulo.

Em reunião na manhã deste sábado, dia 15, com o Superintendente da Polícia Técnica Científica, Dr. Ivan Miziara, Moraes recebeu os informes sobre os laudos parciais do Instituto de Criminalística em relação aos estojos e projéteis apreendidos em 8 dos 10 locais dos fatos, confirmando a presença de armas 380, 9 mm (exclusiva das Forças Armadas), cal. 45 e cal. 38.

Assim que o material dos últimos dois locais for periciado, o IC poderá concluir a análise conjunta e indicar quais armas foram utilizadas em diversos locais.

A SSP informou ainda que, por determinação do secretário, desde o final da tarde dessa sexta-feira (14), a Corregedoria da Polícia Militar está atuando em conjunto com a Força Tarefa que investiga o caso.

Após a chacina, não houve ocorrências graves na região e o comércio voltou a funcionar normalmente, mas o reforço no policiamento será mantido com 43 viaturas da Rota, do COE e da Força Tática, totalizando 83 PMs para garantir a segurança da população.

Ainda permanece no IML Osasco os corpos de Leandro Pereira Assunção (que tem passagem pela polícia), Adalberto Brito da Costa, Joseval Amaral e Tiago Teixeira de Souza.

Chacina

Os crimes começaram por volta das 20h30 de quinta-feira (14).

O Secretário Alexandre de Moraes descarta a possibilidade de que o homicídio em Itapevi faça parte de chacina com 18 mortos e 6 feridos em Barueri e Osasco.

Em oito ataques de Osasco, os bandidos usaram um carro Peugeot prata e em três uma motocicleta preta. Já nos três ataques em Barueri, os criminosos estavam em um carro Renault Sandeiro.

Seis homens identificados tinham passagem pela polícia por tráfico, receptação, roubo e um deles pela Lei Maria da Penha.

O secretário de Segurança Pública não descarta a possibilidade de participação de policiais nos ataques. Ainda segundo Alexandre de Moraes, ao menos seis homens participaram das execuções.

Com informações Band

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