O PDT deve anunciar ainda nesta semana aliança com o PMDB na disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Lideranças do partido admitiram estar nas tratativas finais com o governador André Puccinelli (PMDB) para reforçar o palanque governista nas eleições municipais. Os pedetistas irão renunciar à candidatura própria do presidente regional do partido, ex-deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT), na intenção de indicar a vice-prefeita na chapa do deputado federal Edson Giroto (PMDB).
Após sucessivas defesas de candidatura única entre os partidos da oposição, Dagoberto lavou as mãos sobre esse projeto e disse estar disposto a liberar a comissão provisória municipal a tomar a decisão que julgar mais adequada. “Seja com o candidato a governador, seja com aqueles com quem eles tiverem as melhores condições para eleger vereadores”, detalhou.
Segundo o pré-candidato, seu alinhamento com a oposição ocorreria apenas se houvesse “um grande entendimento com uma candidatura robusta, forte, que tenha parâmetro, recursos e que tenha condições de disputar as eleições”. Como essas exigências não se cumpriram, a conversa sobre coligação ficou a cargo do presidente da comissão provisória municipal, vereador Paulo Pedra (PDT).
E Pedra deixou claro seu posicionamento em defesa da aliança com os governistas. Para ele, o ideal seria a indicação de Dagoberto como vice na chapa de Giroto. Mas os peemedebistas preferem uma mulher para preencher a vaga. Segundo pesquisa interna do partido, isso acarretaria maior número de votos. Mesmo assim, Pedra não desanimou com a exigência.
Correio do Estado
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