Quando se pensa em pronto-socorro, lembramos logo de uma ambulância cantando os pneus ao parar, uma maca correndo pelo corredor e pessoas trabalhando freneticamente para salvar a vida de alguém. Isto acontece mesmo é não é incomum, mas a maioria dos casos vistos em um departamento de emergência não são tão dramáticos. Vamos ver um exemplo para ver como funciona o fluxo normal de um pronto-socorro.
Imagine que são duas horas da manhã e, de repente, você acorda porque seu abdômen está doendo muito. Isto parece algo fora do comum, então você telefona para o seu médico. Ele diz para você ir ao departamento de emergência do hospital da sua cidade: pode ser apendicite, já que a dor está localizada no lado direito e de baixo do abdome.
Triagem
Quando você chega ao pronto-socorro, o primeiro passo é a triagem. Este é o lugar em que as doenças dos pacientes são organizadas em ordem de importância, geralmente por uma enfermeira, em três categorias gerais. São elas:
• Risco de morte imediato
• Risco de morte urgente
• Menos urgente
Esta categorização é necessária para que algumas pessoas com doenças graves não tenham que ficar esperando por terem chegado minutos depois de alguém com um problema menos sério. A enfermeira da triagem confere os seus sinais vitais, como temperatura, pulso, freqüência respiratória e pressão arterial. Ela também faz um breve histórico da sua doença atual, dos problemas médicos anteriores, dos medicamentos e das alergias para que possa determinar a categoria certa. Aqui você descobre que está com uma febre de 38° C.
Registro
Depois da triagem, a próxima parada é o registro, raramente visto na TV. Aqui eles obtêm as suas estatísticas vitais. Você também pode fornecê-las com suas informações do seguro social ou plano de saúde. Esta etapa é necessária para fazer um arquivo médico para que o seu histórico; testes de laboratório, raios-x, sejam todos colocados em uma ficha que pode ser consultada a qualquer momento. A conta também será gerada a partir destas informações.
Se a doença do paciente é grave ou se ele chega de ambulância, esta etapa pode ser feita mais tarde, no leito do hospital.
Sala de exames
Agora você é levado para a sala de exames. Imediatamente você vomita no banheiro, o que pode ser mais um sinal de apendicite. Um enfermeiro vem falar com você para obter mais informações. Ele veste você com um avental para que possa ser examinado adequadamente e, talvez, obtenha uma amostra de urina.
Alguns departamentos de emergência são subdividos em outras áreas para melhor atender os pacientes. Estas áreas podem incluir o pronto-socorro pediátrico; o pronto-socorro para dor torácica; uma área para doenças e ferimentos menores; um centro de trauma, para pacientes muito feridos; e uma unidade de observação, para pacientes que não precisam de internação, mas de um tratamento prolongado ou muitos exames diagnósticos.
Quando o enfermeiro tiver terminado, você será atendido por um médico da emergência. Ele pede um histórico mais detalhado da sua doença, problemas médicos anteriores, histórico familiar, histórico social e uma revisão completa de todos os sistemas do seu corpo. Com isto, ele formula uma lista das possíveis causas dos sintomas. Esta lista é chamada de diagnóstico diferencial. O diagnóstico mais provável, portanto, é determinado pelos sintomas do paciente e pelo exame físico. Se isto for insuficiente para determinar o diagnóstico, outros exames são solicitados.
Exames diagnósticos
Quando o diagnóstico de apendicite, por exemplo, é considerado, são solicitados exames de sangue e de urina.
Tubos usados em exames de sangue
O sangue do paciente é colocado em tubos de cores diferentes, cada um com um aditivo, de acordo com o teste a ser realizado.
• Um tubo de tampa roxa é usado para uma contagem sangüínea completa. Este exame inclui:
1. A quantidade de glóbulos vermelhos, para verificar anemia;
2. O número e o tipo de glóbulos brancos, para determinar a presença de infecções;
3. Uma contagem de plaquetas, que são os elementos do sangue responsáveis pela coagulação.
• Um tubo de tampa vermelha é usado para examinar o soro, a parte líquida ou não-celular do sangue.
• Um tubo de tampa azul é usado para examinar a coagulação do sangue.
O seu teste indica que você tem uma contagem elevada de glóbulos brancos. Este é um sinal de infecção bacteriana e as infecções bacterianas estão associadas à apendicite.
Neste momento, o médico da emergência pode pedir que você não coma nem beba nada. O motivo é que a apendicite é tratada através de cirurgia e é desejável estar com o estômago vazio para prevenir possíveis complicações decorrentes da anestesia.
Diagnóstico e tratamento
Quando o médico da emergência tem todas as informações necessárias, ele determina o diagnóstico mais provável a partir do diagnóstico diferencial. Ou então, ele pode determinar que não tenha informações suficientes para tomar uma decisão e requisitar mais exames. Neste momento, ele fala com um cirurgião geral, o consultor apropriado neste caso.
O cirurgião vem falar com você e faz um histórico, um exame médico e revê os dados do laboratório. Ele examina os seus sintomas: dor e sensibilidade no lado direito e mais baixo do abdômen, vômitos, febre baixa e contagem elevada de glóbulos brancos. Todos estes sintomas apontam para apendicite. O tratamento consiste na remoção do apêndice, ou seja, uma apendicectomia. O cirurgião explica o procedimento, incluindo riscos e benefícios. Você então assina um termo de consentimento que documenta e autoriza que você seja operado.
Quem vem primeiro
O vasto quadro de pessoas que cuidam dos pacientes em um pronto-socorro pode ser bem confuso para o consumidor médio de assistência médica entender. Além disso, a maioria das pessoas não tem certeza do treinamento e da formação necessários para se tornar um membro da equipe do departamento de emergência.
Médico de emergência
Nos Estados Unidos, a faculdade de medicina é um curso de quatro anos; geralmente dois anos em sala de aula seguidos de mais dois anos passando por todas as diferentes especialidades da medicina.
No fim do curso, cada estudante deve escolher uma especialidade: medicina de emergência, medicina da família, medicina interna, cirurgia, pediatria, etc. O estudante passa por um ano de estágio e mais dois ou três anos de residência para se tornar um especialista em medicina de emergência.
Os médicos devem passar por exames orais e escritos, que dura um dia inteiro, para serem certificados em medicina de emergência pelo Conselho. Em 2001, havia aproximadamente 32 mil médicos de emergência atuando nos Estados Unidos, 17 mil deles certificados pelo American Board of Emergency Medicine (Conselho Norte-Americano de Medicina de Emergência).
Enfermeiro de emergência
O enfermeiro de emergência chega à equipe de várias maneiras. Uma delas é completando quatro anos na faculdade para obter um bacharelado em enfermagem. Um enfermeiro pode ainda completar um programa de diplomação de três anos, geralmente no hospital, ou também um programa de graduação de dois anos em um centro universitário. Depois de completar um destes projetos acadêmicos, o graduado em enfermagem tem direito a fazer um exame de licenciamento. Só depois de passar no exame ele se torna um enfermeiro registrado e pode exercer a profissão. Muitos deles fazem um exame adicional para se tornarem enfermeiros de emergência certificados.
Médico assistente
Muitos departamentos de emergência utilizam médicos assistentes (MA), que trabalham sob a supervisão do médico de emergência. Eles podem examinar diagnosticar e tratar pacientes, em geral os menos complicados, revisando suas informações com o médico. Na maioria dos casos, podem prescrever medicamentos. Geralmente, um MA tem pelo menos dois anos de faculdade (a maioria tem graduação de quatro anos) e alguma experiência em assistência médica antes de completar um programa de dois anos para se tornar médico assistente. Um exame para ser licenciado é exigido.
Técnico em departamento de emergência
Muitos prontos-socorros tem técnicos em emergência que realizam uma série de tarefas, dependendo da instituição e das leis estaduais. Algumas destas tarefas incluem conferir os sinais vitais, tirar sangue, iniciar procedimento intravenoso, fazer eletrocardiogramas, acompanhar os pacientes aos vários exames, dar ajuda e conforto para familiares e amigos. O treinamento varia muito, mas estes técnicos geralmente são da equipe de ambulância ou treinados pelo hospital.
Secretário da unidade
Este membro é fundamental na equipe, mas é aquele de quem você não ouve falar com muita freqüência. Ele lida com as necessidades de comunicação da sala de emergência. Uns poucos exemplos importantes destas necessidades de comunicação são: o médico de emergência precisar falar com o médico da família do paciente, familiares telefonando para ter notícias, médicos de família que precisam informar ao pronto-socorro que estão encaminhando pacientes, pacientes que telefonam pedindo aconselhamento médico. O secretário também coordena os pedidos de exames diagnósticos.
Médicos em treinamento
Nos hospitais-escola, você pode ser examinado por estagiários ou residentes. Os hospitais-escola são hospitais que têm programas de treinamento para médicos e, geralmente, estão associados à faculdade de medicina. Os estagiários estão em seu primeiro ano de treinamento depois da formatura na faculdade de medicina. Após este primeiro ano, o médico em treinamento passa a se chamar residente. Estes médicos são supervisionados por um médico orientador que geralmente tem ampla experiência em medicina de emergência.
Ferramentas da profissão
Os departamentos de emergência são abastecidos com uma variedade de equipamentos com nomes e formatos estranhos. Aqui você pode ver a lista.
Estetoscópio
Um estetoscópio permite que o enfermeiro ou o médico possam escutar o coração e os sons respiratórios. Um som do coração que pode ser ouvido facilmente com um estetoscópio chama-se murmúrio cardíaco. A presença deste murmúrio pode ser sinal de anormalidade na válvula cardíaca. Os sons do coração também são utilizados para ajudar o médico a decidir sobre o ritmo cardíaco.
O estetoscópio também é usado para ouvir os pulmões. Desta forma, o médico pode diagnosticar várias doenças, como pneumonia, asma, pneumotórax (colapso pulmonar), ou insuficiência cardíaca congestiva.
O estetoscópio é utilizado para medir a pressão arterial, através da percepção do som do fluxo sangüíneo pelas artérias. A pressão arterial é obtida quando uma braçadeira é dobrada em torno do braço e inflada até uma pressão alta o suficiente para interromper o fluxo sangüíneo em sua artéria. O estetoscópio é posicionado sobre a artéria e o ar é liberado lentamente da braçadeira. O fluxo sangüíneo reinicia quando a pressão da braçadeira se torna menor que a pressão da artéria. Isto cria um som que pode ser ouvido com o estetoscópio. A pressão no medidor de pressão do sangue é o número superior na leitura. O número mais baixo é a pressão na qual a artéria não está mais comprimida e o som pára. Uma pressão sangüínea normal é de menos de 140 para o número superior (pressão sistólica) e menos de 90 para o número inferior (pressão diastólica).
Monitor cardíaco
Um monitor cardíaco mostra o ritmo do coração. Esta é uma informação muito útil, principalmente durante um ataque cardíaco, quando se pode desenvolver de um ritmo cardíaco anormal. Você é conectado ao monitor através de três eletrodos adesivos no peito, ligados ao aparelho através de fios. Os monitores cardíacos são programados para emitir um sinal sonoro se a freqüência cardíaca ficar acima ou abaixo de um número pré determinado. Alguns monitores também têm um medidor automático de pressão sangüínea e um oxímetro de pulso, que mede a saturação de oxigênio no sangue.
Bandeja de sutura
Esta bandeja contém os equipamentos esterilizados necessários para fazer suturas (pontos) em pacientes com cortes. Inclui um suporte para agulha, instrumento que segura à agulha que contém o material de sutura; um fórceps, usado para prender o tecido cortado; toalhas esterilizadas, usadas para cobrir as áreas que não estão sendo reparadas; tesouras; pequenas vasilhas contendo soluções anti-sépticas.
Equipamento ortopédico
A maioria dos departamentos de emergência dos EUA tem uma quantidade generosa de aparelhos ortopédicos para usos variados. Há materiais de gesso ou de fibra de vidro para imobilizar as extremidades fraturadas ou gravemente feridas. Também são encontradas talas pré-fabricadas para juntas específicas (como imobilizadores de joelho), talas de alumínio para os dedos, talas de velcro para o pulso, tipóias para os ombros, talas infláveis para os tornozelos e colares cervicais, além de tesouras para cortar o gesso quando este ficar muito apertado.
Agora, vamos ver um carro de emergência.
Carro de emergência
Um carro de emergência é um armário que contém os equipamentos usados por médicos e enfermeiros quando acontece uma parada cardíaca. Esta é uma situação que exige procedimentos de socorro imediatos. Estes são alguns itens encontrados neste carro:

• Desfibrilador - este é um aparelho elétrico com dois eletrodos que são colocados sobre o peito. Ele descarrega eletricidade no coração quando é indicada uma freqüência fatal. O objetivo é dar choques no coração para que ele volte ao normal. As arritmias fatais incluem fibrilação ventricular (batimentos cardíacos rápidos, descoordenados e não sincronizados) e taquicardia ventricular (batimentos cardíacos rápidos que impedem o coração de bombear adequadamente). Também pode ser usado em freqüências menos perigosas para fazer o coração voltar ao ritmo normal;
• Equipamento de intubação endotraqueal - intubação endotraqueal é o procedimento que consiste em colocar um tubo na traquéia quando a pessoa pára de respirar ou não está respirando adequadamente. O tubo permite que o equipamento de respiração artificial assuma a tarefa de respirar pelo paciente. A embalagem inclui tubos de diferentes tamanhos e um laringoscópio, uma luz especial com uma peça achatada de metal que levanta a língua para que o tubo possa ser colocado na traquéia;
Instrumentos utilizados na intubação endotraqueal
• Cateteres das veias centrais - os cateteres são tubos pequenos colocados nas grandes veias centrais próximas ao coração, para que líquidos e medicamentos possam chegar rapidamente aos órgãos importantes;
• Drogas cardíacas - durante uma parada cardíaca, algumas drogas potentes são necessárias para fazer com que o coração recomece a bater ou volte para um ritmo mais estável.
As arritmias graves mais comuns durante uma parada cardíaca são:
• Fibrilação ventricular - as contrações do ventrículo (cavidade principal do coração) são incapazes de promover o bombeamento do sangue;
• Taquicardia ventricular - contração rápida do ventrículo que produz fluxo sangüíneo insuficiente;
• Assistolia - ausência total de atividade elétrica e, portanto, de contrações cardíacas;
• Atividade elétrica sem pulso (AESP) - há atividade elétrica no coração, mas com contrações inadequadas;
• Bradicardia - ritmos variados que fazem com que o coração bata tão devagar que não bombeie sangue suficiente.
Estas são algumas das drogas utilizadas para tratar as arritmias:
• Adrenalina - utilizada na fibrilação ventricular, na taquicardia ventricular sem pulso, na assistolia, na atividade elétrica sem pulso e, às vezes, na bradicardia;
• Atropina - utilizada na assistolia, na bradicardia e, às vezes, na atividade elétrica sem pulso;
• Xilocaína - utilizada na fibrilação e na taquicardia ventriculares.
Outros equipamentos são usados no departamento de emergência, incluindo a prato de tubo peitoral, que guarda o equipamento necessário para colocar um tubo peitoral entre as costelas e o pulmão, para tornar a expandir o pulmão colapsado; e o prato de orelha, nariz e garganta, que guarda os equipamentos especiais usados geralmente para sangramentos nasais e para remover corpos estranhos da orelha, do nariz ou da garganta.
Destinação
Dependendo da doença do paciente, os médicos irão admiti-lo no hospital, dispensá-lo ou transferi-lo para um local mais apropriado.
Se você for dispensado, receberá instruções que explicam a medicação e outros tratamentos. Se forem prescritos medicamentos, você pode receber uma dose inicial se não houver farmácias abertas no seu bairro naquela hora. Você também será instruído sobre as consultas de controle, caso a sua doença continue ou piore.
Você pode ser transferido se a sua doença for melhor tratada em outra instituição. Talvez seja necessário que você assine um termo de consentimento.
O pronto-socorro desempenha um papel importante na sociedade. Já salvou inúmeras vidas. Esperamos que as informações deste artigo ajudem a tranqüilizá-lo se você vier a precisar dos serviços de um departamento de emergência.
Fluxo de Atendimento da Saúde em Nova Andradina.
Atendimento Básico e referência
Unidade Básica de Saúde - ESFs
São serviços das unidades básicas de saúde
-Acompanhamento de crianças e gestantes;
-Acompanhamento de pessoas com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão;
-Aplicação de injeção com receita do SUS;
-Atendimento odontológico, educação e promoção da saúde bucal;
-Consulta clínica, pediátrica e ginecológica;
-Consulta de enfermagem;
-Curativas suturas e retiradas de pontos;
-Encaminhamento para especialistas;
-Fornecimento de medicação, com receita SUS;
-Grupos de apoio (alimentação, atividades físicas e saúde mental);
-Inalação (nebulização);
-Planejamento familiar;
-Realização de exame preventivo do câncer de colo de útero e avaliação das mamas;
-Retiradas de berne e bicho-de-pé;
-Teste do pezinho;
-Vacinação;
-Visita domiciliar para acamados e recém-nascidos de risco.
Alguns serviços das UNIDADES de REFERÊNCIA:

Para diagnósticos e tratamentos especializados:
Centro de Especialidades:
Realiza atendimento ambulatorial na área de Cardiologia, Ginecologia, Psiquiatria, Urologia, Ortopedia, Geriatria.
E realiza exames de diagnóstico como, Raios-X, Ultra-sonografia e Eletrocardiograma.
Laboratório Municipal
Realiza exames laboratoriais de patologia clínica mediante a solicitação médica, como exames de fezes, urina, hemograma, glicose, colesterol, triglicérides entre outros.
-Centro Odontológico
-Endodontia;
-Atendimento a Pacientes Portadores de Necessidades Especiais;
-Investigação e Diagnóstico das Lesões de Boca e Câncer Bucal;
-Próteses Totais e Parciais.

URGÊNCIAS
-Cólicas renais e abdominais;
-Crises convulsivas, como ataque epilético e outros;
-Desmaios súbitos;
-Dores intensas no peito, de início súbito, que pioram com o esforço físico;
-Elevação da pressão arterial, acompanhada de sintomas como mal-estar geral, dor de cabeça, falta de ar, etc.;
-Intoxicação por medicamentos, alimentos, gases, etc.;
-Quadros diarréicos, que levam à desidratação rápida, principalmente em crianças;
EMERGÊNCIAS
-Afogamentos;
-Derrames (acidente vascular cerebral);
-Hemorragias;
-Politraumatismos provocados por acidentes de trânsito, quedas acidentais, etc.
GESTANTES
Devem buscar o serviço de emergência nas seguintes condições:
-Ausência de movimentos fetais por mais de 6 horas (o bebê não se mexe);
-Dores de cabeça ou brotamento da visão, acompanhados de alteração da pressão arterial;
-Trabalho de parto (duas contrações a cada 10 minutos);
-Perda de sangue ou líquido pela vagina;
-Inchaço no rosto ou no corpo.
Ao seguirmos estas recomendações, daremos um fluxo melhor ao atendimento do nosso hospital, otimizando seus custos de funcionamento e garantindo para a população de Nova Andradina e região um atendimento de saúde igualitário e com excelente qualidade.
*Médico e diretor clínico do Hospital Regional em Nova Andradina
Cobertura do Jornal da Nova
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