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Pai do atleta do 7 de Dourados, inconformado com a morte do filho, exige investigação sobre o caso
Redação
O empresário Valdemar Rolon, pai do atleta Matheus Rolon, morto na manhã desta sexta-feira Santa (6), depois de participar, na noite anterior, de uma festa com amigos em um clube de pagode, quer um exame minucioso para que sejam apuradas as causas da morte do filho. O médico legista Guido Vieira, que fez o exame necroscópico na funerária Bom Jesus, mandou constar no laudo “causa indeterminada”.
“Deve haver uma causa para a morte do meu filho, ele estava bem, treinando com os amigos do futebol, saiu à noite para um pagode, chegou de madrugada, estava tudo bem e quando o dia amanhece ele morre; isso não está certo”, reagiu o pai.
Materiais do corpo de Mateuzinho, como era chamado o jogador entre os amigos do 7 de Dourados, foram coletados para serem submetidos a análise bioquímica em um laboratório de Campo Grande. “Que eu saiba, meu filho nunca teve problema de coração, nós não temos nenhum histórico desse tipo na família, então...”, afirmou o pai.
“Pedi para que a polícia ouça todos os amigos que estavam com o meu filho durante a madrugada. Sei que ele estava na companhia de um grupo de amigos participando de um pagode, e, de repente, ele chega em casa e morre. Achei estranho isso”, disse o pai do garoto, bastante abalado com a perda do filho.
Velório
Demorou mais de dez horas para que o corpo do ex-jogador fosse liberado pela equipe da funerária para o início do velório, que começo no final da tarde desta sexta-feira, no Memorial Primavera. Amigos da comunidade e do meio esportivo acompanham os últimos momentos com o rapaz.
O sepultamento, conforme ficou definido pelos familiares, foi realizado neste sábado (07), às 10 horas, no cemitério Parque Primavera, que fica no final da rua Gerônimo Marques, após o portão de acesso ao HU (Hospital Universitário) de Dourados.
Com informações Doura News
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