Soldado PM é executado diante de mulher e filha

Diário SP


A hipótese de vingança é a linha de investigação mais forte da polícia para esclarecer a morte do soldado Domingos Antônio Aparecido Siqueira, de 43 anos. O crime aconteceu às 9h de domingo (17), na porta da casa do PM, na região de São Mateus, Zona Leste, e foi testemunhado pela mulher e a filha.

Segundo consta do boletim de ocorrência registrado no 49 Distrito (São Mateus), o soldado e a família retornavam de um supermercado. Siqueira manobrava o carro na porta da residência quando um homem com touca ninja, armado com duas pistolas, desceu de um Peugeot prata e começou a atirar contra ele. Oito projéteis foram disparados. Em seguida, o homem ainda apontou a arma para a mulher do policial e acionou o gatilho, mas a munição havia acabado.

O criminoso retornou para o carro, onde outros dois homens encapuzados o aguardavam, e fugiu. Segundo a filha do policial, o Peugeot já estava seguindo o Corsa do seu pai.

Siqueira, segundo a polícia, não reagiu porque estava proibido de portar arma. Os motivos ainda não constam do inquérito, que está sendo conduzido pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa.

O soldado, que trabalhava no Regimento de Cavalaria 9 de Julho, estava na PM desde 1989. Em nota, a PM diz que se solidariza com a família.

INVESTIGADOR - Na noite de domingo, um assaltante ainda não identificado foi morto por um investigador de polícia na Rua Jesuíno Arruda, Itaim Bibi, Zona Oeste. O homem desceu de um Ka, roubado pouco antes, tentou pegar o Hyundai ocupado pelo policial, a namorada e a filha. O investigador se identificou, mas ao perceber que o homem ia reagir, atirou.
 

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