Policial / Polícia
Justiça mantém preso motorista que matou duas jovens na MS-276
Cristiano Caldas dos Santos teve flagrante convertido em prisão preventiva após acidente que matou Karina Cândia e Francisca Lima
Da Redação
A Justiça de Nova Andradina manteve a prisão de Cristiano Caldas dos Santos, de 40 anos, conhecido como “Crizão”, motorista envolvido no acidente que matou duas jovens na noite dessa quarta-feira (20), na rodovia MS-276, em Nova Andradina.
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Durante audiência de custódia, o Poder Judiciário homologou a prisão em flagrante e a converteu em prisão preventiva, com fundamento nos artigos 310, 312 e 313 do Código de Processo Penal, para garantia da ordem pública e aplicação da lei penal.
Cristiano havia sido preso pela Polícia Civil e autuado em flagrante por embriaguez ao volante e homicídio doloso. As vítimas, Karina Estefânia dos Santos Cândia, de 25 anos, e Francisca Laiane Silva Bernardo de Lima, de 26 anos, morreram ainda no local.
Conforme apurado, o condutor do VW Jetta seguia no sentido Taquarussu a Nova Andradina quando colidiu violentamente contra a motoneta ocupada pelas jovens, que trafegava na mesma direção. O acidente ocorreu nas proximidades do Frigorífico Frigomab.
Segundo informações levantadas pela Polícia Civil, o veículo atingiu a motoneta em alta velocidade. Com o impacto, uma das vítimas foi arremessada por aproximadamente 84 metros. Mesmo após a colisão, o automóvel continuou arrastando a motoneta por vários metros pela pista.
Durante os trabalhos periciais, foram encontradas no interior do carro duas latas de cerveja, um frasco com bebida alcoólica e um copo térmico. No hospital, Cristiano teria relatado à delegada de plantão, Daniella Nunes, que havia consumido grande quantidade de bebida alcoólica e que não se lembrava do que ocorreu na rodovia.
O teste do bafômetro realizado pela Polícia Militar Rodoviária apontou 0,78 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, índice acima do permitido pela legislação brasileira.
A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar Rodoviária, Polícia Civil, SIG (Seção de Investigações Gerais), Polícia Científica e funerária. O caso segue sob investigação.
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