Advogado acusado de matar Fernanda Ribeiro tem alta médica e vai para Presídio Militar em Campo Grande

Escolta foi realizada na manhã deste domingo (16), pela Polícia Militar
Da Redação / Imagens: Jornal da Nova
16/05/2021 11h35

Recebeu alta médica neste sábado (15), o advogado Alexandre França Pessoa, de 42 anos, suspeito de assassinar Fernanda Daniele de Paula Ribeiro dos Santos, de 36 anos. Ele estava internado no Hospital Cassems em Nova Andradina sob escolta policial militar aguardando transferência para o Presídio Militar em Campo Grande.

 

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Neste domingo (16), sob forte esquema de segurança, o advogado foi transferido para uma das salas de Estado-Maior localizadas Presídio Militar do Estado. É prerrogativa dos profissionais da advocacia o recolhimento em sala de Estado-Maior até o trânsito em julgado de eventual sentença condenatória em que forem detidos em flagrante ou mediante ordem judicial.

 

Antes de ser transferido, Alexandre recebeu a visita do seu irmão, também advogado na cidade, mas deixou o local antes da chegada da Polícia Militar.

 

Na manhã da última quinta-feira (6), Alexandre teve crise hipertensa e dores no peito, ele foi levado ao Cassems por uma equipe do Samu 192 (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

 

Durante a internação ele chegou a receber quatro medicações e fez exames cardíacos, devido as dores no peito.

 Movimentação policial em frente ao Hospital Cassems em Nova Andradina - Foto: Jornal da Nova

O Jornal da Nova apurou junto ao delegado Filipe Davanso Mendonça, titular da Delegacia de Polícia Civil em Batayporã, município em que o corpo da vítima foi encontrado, ele confirmou que durante a semana passada mais duas pessoas foram ouvidas no Inquérito Policial que apura a morte de Fernanda Ribeiro. O teor dos depoimentos não foram revelados para não atrapalhar as investigações.

 

Segundo o delegado, o que reforça a prisão temporária do advogado é o depoimento de uma pessoa, de 36 anos, e o notebook apreendido na residência de Fernanda Ribeiro, que há muito conteúdo colaborativo que direcionou a investigação.

 

Diante dos prints e conversas encontradas no computador, as investigações apontaram o advogado como um dos principais suspeitos de cometer o assassinato.

 

Antes de ser interrogado pela primeira vez no dia 30 de abril passado, o advogado Alexandre disse à reportagem do Jornal da Nova que mantinha um relacionamento com a vítima desde setembro de 2019 e disse que estaria ali para colaborar com as investigações.

 

Dois dias depois ele foi preso temporariamente por 30 dias e hoje foi transferido para o presídio na Capital.

Advogado sendo escoltado pela Polícia Militar - Foto: Jornal da Nova



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